Carregando dados da Meta API… (~60 chamadas paralelas na primeira vez, depois cacheia por 1h)
Carregando dados da Meta API… (~60 chamadas paralelas na primeira vez, depois cacheia por 1h)
@fcmoulin — dados atualizados agora
Seguidores
Posts
Média de Curtidas
Média de Comentários

Edson Arantes do Nascimento cresceu em Bauru, no interior de São Paulo, em uma família sem recursos financeiros. Enquanto outras crianças tinham bola, ele jogava nas ruas com uma meia recheada de papel. Enquanto outros tinham chuteira, ele jogava descalço. Aos 15 anos, foi contratado pelo Santos. Aos 17, era campeão do mundo. Mas o ponto de que poucos se lembram, e que diz tudo sobre quem Pelé era, aconteceu em 1958, às vésperas da Copa na Suécia. Ele era o mais jovem da delegação, desconhecido do mundo, e sofria de uma lesão no joelho que ameaçava sua participação. Os médicos chegaram a sugerir que ele ficasse fora. Pelé jogou. Marcou seis gols na fase eliminatória. Chorou abraçado a Gilmar após a final, um menino de 17 anos que havia carregado o Brasil ao topo do mundo. Três Copas. Mais de 1.200 gols. Único tricampeão mundial da história. O único atleta declarado Patrimônio Nacional pelo Brasil. Mas nenhum número explica o que Pelé representa. Ele provou que origem não é destino. Que talento sem persistência não chega a lugar nenhum. E que os maiores legados não são construídos apenas com talento, mas sim na escolha de continuar quando tudo poderia ser motivo para parar. Tive o prazer de conhecê-lo e poder ver de perto uma lenda da história, nosso amado Pelé! Qual momento da história do Pelé mais te marcou? Comenta aqui.

Já em clima de Copa, quero recordar do dia em que Portugal havia acabado de perder para o Uruguai por 2 a 1. Cavani, autor dos dois gols, saiu mancando com dores na panturrilha e mal conseguia andar. E foi exatamente nesse momento, com a eliminação ainda doendo, que Cristiano Ronaldo parou, colocou o braço em volta do rival e o ajudou a deixar o campo. A internet parou. Torcedores dos dois lados aplaudiram. O gesto de um rival ajudando o outro no momento mais difícil virou símbolo de algo que vai muito além do futebol. Porque é fácil ser generoso quando você vence. O verdadeiro caráter aparece quando você perde e, mesmo assim, escolhe olhar para o outro. No esporte, nos negócios e na liderança, a grandeza não se mede apenas pelo que você conquista. Ela se mede pelo que você faz quando o resultado não é o que esperava. CR7 carregou Portugal durante anos. Naquele dia, carregou o adversário também. E talvez esse gesto diga mais sobre quem ele é do que qualquer bola na rede. Esse gesto te surpreendeu ou era exatamente o que você esperava do Cristiano? Comenta aqui.

Em 2007, Lewis Hamilton chegou ao circuito Gilles Villeneuve como novato. Ele nunca havia corrido ali antes, mas saiu com a pole position e sua primeira vitória na Fórmula 1. "Eu estou em outro planeta. Simplesmente não consigo encontrar palavras para descrever como me sinto", disse ele no pódio. Era o começo de uma era. Dezoito anos e sete títulos mundiais depois, Hamilton chegou à Ferrari carregando o peso de uma das maiores apostas da história do esporte. A expectativa era de um renascimento imediato. A realidade tem sido outra: resultados abaixo do esperado, adaptação lenta a um carro diferente e a pressão silenciosa de quem sempre precisou ser o melhor. Mas é exatamente aqui que a história fica interessante. Porque Hamilton não é apenas um piloto. Ele é um estudo vivo sobre o que significa se reinventar no topo, e sobre como até os maiores precisam passar por um processo de reaprendizado quando mudam de contexto. Nenhum título passado garante a adaptação futura. Nenhuma competência acumulada substitui a humildade de começar de novo. É o mesmo desafio que todo líder enfrenta quando muda de empresa, de setor ou de momento. O conhecimento não some, mas precisa ser reconfigurado. E isso exige algo que poucos estão dispostos a praticar de verdade: o lifelong learning, que é a disposição de aprender continuamente, mesmo quando você já provou ao mundo quem você é. O GP do Canadá começa este fim de semana, na pista onde tudo começou para ele. Talvez seja onde algo novo começa também. Você acredita que Hamilton ainda tem um grande capítulo pela frente com a Ferrari? Comenta aqui.

Veja a reação das pessoas na convocação da seleção do Penta! Algo parecido com a de 2026?

A China acaba de responsabilizar legalmente empresas que oferecem serviços de inteligência artificial com identidade humana, os chamados companheiros virtuais, por danos emocionais causados aos usuários. A norma mira diretamente plataformas que simulam relacionamentos afetivos, criando vínculos emocionais profundos com pessoas que, muitas vezes, não percebem o risco que estão correndo. E o cenário que motivou a lei é perturbador: jovens compartilhando segredos íntimos com personagens virtuais, desenvolvendo dependência emocional de entidades que não existem e substituindo conexões humanas reais por interações programadas para agradar. Uma pesquisa apontou que 98% dos entrevistados estavam dispostos a pagar por serviços de companhia oferecidos por IA. Cada um deles confiava que aquela plataforma era um lugar seguro, sem perceber que do outro lado havia um algoritmo otimizado para maximizar o tempo de tela, não o bem-estar emocional. A regulação chinesa levanta uma questão que o mundo inteiro vai precisar responder em breve: onde termina a inovação e começa a exploração emocional? E quem protege as pessoas quando a tecnologia aprende a simular exatamente o que elas mais precisam sentir? Tecnologia que cuida é evolução. Tecnologia que cria dependência emocional para lucrar é um problema grave, que recebe outro nome. Você acha que esse tipo de regulação deveria existir no Brasil também? Comenta aqui.

#copadomundo #campeaomundial #futebolbrasileiro #zetti #liveuniversity leadersb2b

A Zipline não nasceu entregando refeições do Chipotle ou remédios para o subúrbio do Texas. Ela nasceu levando suprimentos médicos e sangue para locais remotos em países sem infraestrutura, onde cada entrega atrasada podia custar uma vida. Foi essa origem que construiu a tecnologia mais confiável do setor: drones que alcançam 112 km/h, entregam até 3,6 kg com precisão usando um cabo de 91 metros e operam mesmo sob ventos fortes, com impacto sonoro mínimo na comunidade. Com mais de 1,4 milhão de entregas realizadas em sete países, a startup hoje disputa a liderança do mercado americano com o Wing, da Alphabet, e deixa a Amazon em terceiro lugar em uma corrida que a gigante de Seattle ainda não sabe como vencer. A lição de negócio aqui é poderosa: quem resolve o problema mais difícil primeiro chega ao mercado mais fácil com uma vantagem que nenhum orçamento de P&D compra. O propósito construiu a tecnologia. A tecnologia construiu o negócio. Você toparia receber suas compras por drone ou ainda prefere o entregador na porta? Comenta aqui.

A sorte foi lançada para a Copa 2026! Gostemos ou não dos convocados, com Neymar no grupo, mais ou menos talento individual, a pior ou melhor seleção brasileira de todos os tempos... começa a mobilização nacional para esta verdadeira paixão do país, que é o futebol. Uma discussão que vai muito além do campo é: o quanto um líder realmente define o destino de um grupo de pessoas talentosas? Ancelotti não é o técnico mais tático do mundo. Não é o mais intenso, o mais moderno ou o mais burocrático. Mas ele tem em sua trajetória profissional algo que poucos líderes conseguem desenvolver ao longo de uma vida inteira: a capacidade de fazer grandes jogadores quererem dar o seu melhor por ele. Sem pressão excessiva. Sem um ego maior que o grupo. Sem destruir a confiança para construir resultados. A lição que o futebol repete, e que o mundo corporativo ainda teima em ignorar, é que times excepcionais não se formam apenas com os melhores indivíduos. Eles se formam com o líder certo, no momento certo, capaz de transformar talentos individuais em identidade coletiva. Um mau líder desperdiça um elenco de campeões. Um bom líder faz jogadores comuns parecerem extraordinários. A Copa começa muito antes do primeiro apito. Ela começa na forma como o técnico olha para o seu time no vestiário. Você acredita que Ancelotti é o líder certo para levar o Brasil ao hexa? A aposta vai dar certo? Comenta aqui.

A urgência externa é real: conselhos, investidores e o mercado inteiro cobram adaptação imediata à inteligência artificial. Mas existe um paradoxo que poucos estão dispostos a admitir, pois a velocidade que o mundo exige contrasta com uma realidade interna muito mais lenta e complexa. Cerca de 80% das empresas que implementaram a IA ainda não geraram valor concreto. Isso não ocorre porque a tecnologia falhou, mas porque ela foi inserida em estruturas antigas, sem letramento, sem preparo cultural e, principalmente, sem uma liderança clara para traduzir o propósito da mudança para as pessoas. Funcionários resistem por medo de serem substituídos. Líderes sêniores cobram a adoção sem dar o próprio exemplo. Iniciativas nascem pela tecnologia e não pelo problema real que precisam resolver. O verdadeiro papel do líder nesse momento não é escolher a ferramenta certa. É construir o ambiente onde as pessoas entendam que a IA não veio para substituí-las, mas para ampliar o que elas fazem de melhor. Quando isso acontece, o medo dá lugar à experimentação, e a experimentação abre espaço para a transformação real. Na sua empresa, a liderança está preparada para conduzir essa transição ou ainda está no modo anúncio sem entrega? Comenta aqui.

Talento nunca foi garantia de nada. Djalminha estava na lista de Felipão para o Mundial de 2002. Romário ficou fora de duas Copas. Renato Gaúcho perdeu a Copa do México de 1986 por uma noitada. Três dos jogadores mais talentosos de suas gerações foram cortados não por lesão técnica, mas por comportamento. No mundo corporativo, essa história se repete todos os dias. O profissional mais brilhante da sala que perde a promoção por não saber lidar com a pressão. O executivo que constrói uma carreira inteira e compromete tudo em um momento de impulsividade. O líder que tem todas as competências técnicas e nenhuma inteligência emocional para sustentar o que construiu. Scolari viu a cabeçada de Djalminha na televisão e disse: "Como vou chamar um jogador que faz isso com seu técnico?" Ali, em uma fração de segundo, uma carreira foi redesenhada. No lugar de Djalminha entrou Kaká, que saiu pentacampeão. O talento abre a porta. O comportamento decide se você vai atravessá-la. Nas organizações, nos times e nas carreiras, a Copa do Mundo de cada um pode estar mais próxima do que parece ou ser perdida por uma decisão que dura três segundos. Você já viu alguém perder uma grande oportunidade por um momento de impulsividade? Comenta aqui.