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@fcmoulin · 19 reels nos últimos 30 dias · atualizado 25/05 às 21:46
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A Nokia era muito inovadora. Tenho orgulho de ter feito parte da história de uma empresa tão incrível, e de haver participado do lançamento do 7280 em toda a América Latina. Um ícone da “Nokia Fashion Collection”. E você? Já quis um desses?
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Bolsas que bloqueiam o acesso ao smartphone magneticamente durante o horário de trabalho e estudo, estão ganhando espaço em empresas americanas. O debate que isso abre é mais complexo do que parece. De um lado, funcionários relatam mais foco, mais conversa real com colegas e menos reuniões perdidas para telas. Do outro, pesquisadores alertam que impedir o acesso a questões pessoais durante o dia pode gerar estresse, e que o impacto na produtividade de trabalhos criativos é discutível. No fundo, a bolsa bloqueadora é só o sintoma de um problema maior: vivemos tão fundidos com o celular que as empresas agora precisam de um objeto físico para criar a separação que o autocontrole não consegue mais garantir. A questão não é se o celular distrai — todo mundo sabe que sim. A questão é até onde vai a responsabilidade da empresa sobre o comportamento do adulto que ela contratou. Você toparia trabalhar numa empresa que bloqueia seu celular durante o expediente? Comenta aqui.
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Um robô autônomo chinês movido por inteligência artificial navega por rios poluídos, identifica resíduos flutuantes e os recolhe continuamente, sem nenhuma intervenção humana. Robótica, IA e engenharia ambiental resolvendo um problema real, na água, agora. Quando penso nos rios brasileiros, o Tietê, o Doce, tantos outros, fico imaginando quantos poderiam ser transformados com esse tipo de tecnologia. Não é ficção científica. Já existe. A pergunta é quando vai chegar até nós. Você conhece alguma cidade ou rio no Brasil que precisava urgente de um robô como esse? Comenta aqui.
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Era para ser uma demonstração de inovação. Virou um alerta. Durante um festival em Pequim, o robô humanoide H2 da Unitree saiu do comportamento programado e começou a exibir movimentos bruscos e agressivos, interrompendo o espetáculo e gerando pânico no público presente. Nenhuma catástrofe, mas o suficiente para deixar uma pergunta no ar que o mercado de robótica ainda não sabe responder com segurança. Estamos prontos para colocar humanoides em ambientes reais, ao vivo, diante de pessoas? A China avança em velocidade impressionante na produção de robôs, 10 mil unidades por ano, fábricas automatizadas, humanoides em linhas de montagem automotiva. Mas velocidade e maturidade não são a mesma coisa. E um robô que sai do roteiro em um festival é um lembrete de que, entre o laboratório e o mundo real, existe uma distância que nenhum press release consegue eliminar. Segurança, confiabilidade e previsibilidade de comportamento não são detalhes técnicos. São a base de qualquer tecnologia que vai operar perto de seres humanos. E, quando essa base falha, mesmo que por um segundo, o estrago na confiança é muito maior do que qualquer falha no hardware. O futuro da robótica é inevitável. Mas ele precisa ser construído com mais responsabilidade do que pressa. Você confiaria em um robô humanoide em um evento ao vivo? Comente aqui.
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Talento nunca foi garantia de nada. Djalminha estava na lista de Felipão para o Mundial de 2002. Romário ficou fora de duas Copas. Renato Gaúcho perdeu a Copa do México de 1986 por uma noitada. Três dos jogadores mais talentosos de suas gerações foram cortados não por lesão técnica, mas por comportamento. No mundo corporativo, essa história se repete todos os dias. O profissional mais brilhante da sala que perde a promoção por não saber lidar com a pressão. O executivo que constrói uma carreira inteira e compromete tudo em um momento de impulsividade. O líder que tem todas as competências técnicas e nenhuma inteligência emocional para sustentar o que construiu. Scolari viu a cabeçada de Djalminha na televisão e disse: "Como vou chamar um jogador que faz isso com seu técnico?" Ali, em uma fração de segundo, uma carreira foi redesenhada. No lugar de Djalminha entrou Kaká, que saiu pentacampeão. O talento abre a porta. O comportamento decide se você vai atravessá-la. Nas organizações, nos times e nas carreiras, a Copa do Mundo de cada um pode estar mais próxima do que parece ou ser perdida por uma decisão que dura três segundos. Você já viu alguém perder uma grande oportunidade por um momento de impulsividade? Comenta aqui.
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A Zipline não nasceu entregando refeições do Chipotle ou remédios para o subúrbio do Texas. Ela nasceu levando suprimentos médicos e sangue para locais remotos em países sem infraestrutura, onde cada entrega atrasada podia custar uma vida. Foi essa origem que construiu a tecnologia mais confiável do setor: drones que alcançam 112 km/h, entregam até 3,6 kg com precisão usando um cabo de 91 metros e operam mesmo sob ventos fortes, com impacto sonoro mínimo na comunidade. Com mais de 1,4 milhão de entregas realizadas em sete países, a startup hoje disputa a liderança do mercado americano com o Wing, da Alphabet, e deixa a Amazon em terceiro lugar em uma corrida que a gigante de Seattle ainda não sabe como vencer. A lição de negócio aqui é poderosa: quem resolve o problema mais difícil primeiro chega ao mercado mais fácil com uma vantagem que nenhum orçamento de P&D compra. O propósito construiu a tecnologia. A tecnologia construiu o negócio. Você toparia receber suas compras por drone ou ainda prefere o entregador na porta? Comenta aqui.
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Assim eram os efeitos especiais da TV em 1993, um processo bem manual. Totalmente ao contrário de como funciona hoje, com as IAs. Qual efeito sempre te deixou curioso para saber como foi feito?
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Já em clima de Copa, quero recordar do dia em que Portugal havia acabado de perder para o Uruguai por 2 a 1. Cavani, autor dos dois gols, saiu mancando com dores na panturrilha e mal conseguia andar. E foi exatamente nesse momento, com a eliminação ainda doendo, que Cristiano Ronaldo parou, colocou o braço em volta do rival e o ajudou a deixar o campo. A internet parou. Torcedores dos dois lados aplaudiram. O gesto de um rival ajudando o outro no momento mais difícil virou símbolo de algo que vai muito além do futebol. Porque é fácil ser generoso quando você vence. O verdadeiro caráter aparece quando você perde e, mesmo assim, escolhe olhar para o outro. No esporte, nos negócios e na liderança, a grandeza não se mede apenas pelo que você conquista. Ela se mede pelo que você faz quando o resultado não é o que esperava. CR7 carregou Portugal durante anos. Naquele dia, carregou o adversário também. E talvez esse gesto diga mais sobre quem ele é do que qualquer bola na rede. Esse gesto te surpreendeu ou era exatamente o que você esperava do Cristiano? Comenta aqui.
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Quando a gente fala de superação no esporte, não é só sobre sair do zero. É sobre sustentar o topo, quando todo mundo já espera o seu melhor, por muito tempo e com consistência. Ronaldinho Gaúcho não foi só um jogador genial. Ele foi o cara que reconstruiu sua carreira na Europa, colocou o FC Barcelona de volta no mapa e virou referência global com leveza, criatividade, genialidade e resultado. Saiu do Brasil, encarou pressão, mudou o patamar de um clube gigante e ainda fez história sendo aplaudido de pé no Estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid, seu maior rival. Isso não é só talento. É execução fora da curva. Nos negócios, funciona igual: não basta ter uma boa ideia, é preciso consistência, repertório e coragem pra performar sob pressão.
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Mike Tyson entrava no ringue como uma força da natureza. Olhar vazio, mandíbula cerrada, passos lentos e pesados. A multidão recuava só de olhar. Do lado de fora, era o monstro. Do lado de dentro, era um menino que chorava. Tyson revelou em diversas entrevistas que antes de cada luta, especialmente nas maiores, ele entrava em colapso emocional nos vestiários. Lágrimas, tremores, medo real. O mesmo homem que fazia adversários desistirem antes do primeiro soco precisava se reconstruir do zero a cada vez para conseguir atravessar aquela cortina. A armadura que ele vestia não era feita de confiança. Era feita de necessidade. E tem algo de profundamente humano nisso. Porque a maioria das pessoas que parece inabalável por fora está carregando um peso enorme por dentro. O executivo que entra na reunião com a voz firme depois de uma noite sem dormir. O empreendedor que sorri para a equipe enquanto por dentro questiona tudo. O atleta que paralisa de medo, e mesmo assim corre em direção ao que teme. Criar uma armadura não é fraqueza disfarçada de força. É a decisão consciente de não deixar que o medo seja maior do que o propósito. Mas carregar esse peso tem um custo. E poucos falam sobre ele. Tyson foi campeão mundial. E também foi um homem partido em muitos pedaços ao longo da vida. As duas coisas são verdade ao mesmo tempo. Talvez a maior superação não seja vencer o adversário na sua frente. Seja vencer o que grita dentro de você antes de entrar em campo. Você já precisou criar uma armadura para enfrentar algo que te assustava de verdade? Comenta aqui.
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Edson Arantes do Nascimento cresceu em Bauru, no interior de São Paulo, em uma família sem recursos financeiros. Enquanto outras crianças tinham bola, ele jogava nas ruas com uma meia recheada de papel. Enquanto outros tinham chuteira, ele jogava descalço. Aos 15 anos, foi contratado pelo Santos. Aos 17, era campeão do mundo. Mas o ponto de que poucos se lembram, e que diz tudo sobre quem Pelé era, aconteceu em 1958, às vésperas da Copa na Suécia. Ele era o mais jovem da delegação, desconhecido do mundo, e sofria de uma lesão no joelho que ameaçava sua participação. Os médicos chegaram a sugerir que ele ficasse fora. Pelé jogou. Marcou seis gols na fase eliminatória. Chorou abraçado a Gilmar após a final, um menino de 17 anos que havia carregado o Brasil ao topo do mundo. Três Copas. Mais de 1.200 gols. Único tricampeão mundial da história. O único atleta declarado Patrimônio Nacional pelo Brasil. Mas nenhum número explica o que Pelé representa. Ele provou que origem não é destino. Que talento sem persistência não chega a lugar nenhum. E que os maiores legados não são construídos apenas com talento, mas sim na escolha de continuar quando tudo poderia ser motivo para parar. Tive o prazer de conhecê-lo e poder ver de perto uma lenda da história, nosso amado Pelé! Qual momento da história do Pelé mais te marcou? Comenta aqui.
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Robson Gonçalves de Oliveira tem 36 anos, é operador de máquinas em São Bernardo do Campo e foi até Boston com um objetivo claro: terminar a maratona abaixo de 2h40min, batendo seu recorde pessoal. Nos metros finais da prova, quando entrou na avenida final faltando pouco para conquistar sua melhor marca, ele viu à distância o norte-americano Ajay Haridasse, de 21 anos, estudante da Northeastern University, em colapso total mal conseguindo ficar de pé. O irlandês Aaron Beggs, que também estava exausto e se sentindo mal, já havia parado para amparar Ajay. Quando viu isso, Robson tomou sua decisão em segundos. Juntos, os dois carregaram Ajay até a linha de chegada. Os três cruzaram juntos, sob aplausos da multidão. O recorde pessoal ficou para outra hora. "Foi uma decisão de segundos. Eu pensei: Deus, se alguém parar, eu também vou ajudar. E Deus foi tão generoso que o Aaron parou. Este é o espírito de Boston", disse Robson. Um operador de máquinas do ABC Paulista, num dos eventos esportivos mais tradicionais do mundo, ensinando ao planeta o que significa não deixar ninguém para trás. O tempo não importa. O gesto, sim. Isso te arrepiou? Manda pra alguém que precisa acreditar mais nas pessoas hoje.
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Vi esse vídeo da @vanessa__coelho e pensei em quanto temos força para fazer o bem. E essa é uma decisão diária. Enquanto para alguns a solução foi o abandono, para ela o caminho foi o bem. Que possamos nos permitir ser bons todos os dias!
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Comente aí se já tiver sofrido problemas tb com a @voegoloficial e como foi! #cx #gol #voegol #pessimoservico
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Que nunca esqueçamos nosso lado humano, independente da situação.
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Veja a reação das pessoas na convocação da seleção do Penta! Algo parecido com a de 2026?
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#copadomundo #campeaomundial #futebolbrasileiro #zetti #liveuniversity leadersb2b
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Por aí também dá aquela sensação de dever cumprido?
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Mãe é quase um sentimento. É aquela voz que você ouve quando precisa de coragem, aquele colo que existe mesmo quando ela está longe, aquele amor que não tem explicação lógica — só tem presença, só tem verdade. Para quem ainda tem a sorte de tê-la por perto, que esse dia seja de abraço demorado e de dizer o que às vezes fica preso na garganta. Para quem é mãe, que saiba que o que ela constrói todos os dias — com cansaço, com dedicação, com amor que não pede nada em troca — é o maior legado que existe. E para quem a perdeu: ela não foi embora de verdade. Ela vive no jeito que você ri, nas escolhas que você faz, nos valores que carrega, na forma como ama. Mãe não é presença física. É a pessoa que mora dentro da gente para sempre — e que a gente leva em tudo que é, em tudo que faz, em tudo que se torna. Mãezinha, obrigado por cada escolha que você fez por mim, por cada sacrifício silencioso, por cada gesto que moldou quem eu sou. Tudo que construí carrega um pouco de você — e isso nenhuma distância apaga. E Chris @christianesussmann, obrigado por ser a mãe que nossos filhos têm a sorte de ter. Pelo amor que você oferece todos os dias, pela leveza com que transforma o ordinário em extraordinário, pela família linda que você ajuda a construir. Você é o coração da nossa casa. Feliz Dia das Mães. Conta aqui o que a sua mãe representa pra você.
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