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@fcmoulin · 34 reels nos últimos 60 dias · atualizado 25/07 às 14:21
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Uma contribuição de segundos. Invisível para a maioria das câmeras. Irrelevante para as estatísticas. . Mas depois do jogo, os jogadores do Tottenham o chamaram para jantar com o time. Disseram que ele tinha sido parte daquele momento. Para o mundo, foi um gesto simpático de atletas famosos. Para aquele menino, foi provavelmente o dia mais importante da vida dele. E é exatamente aqui que está a lição que todo líder precisa guardar. Quantas vezes, dentro do seu time, existe alguém que entregou a bola no momento certo — e nunca soube que aquilo fez diferença? O analista que preparou o relatório que embasou a decisão certa. O atendente que segurou um cliente difícil num dia em que você nem estava por perto. O colaborador que resolveu um problema silenciosamente, antes que ele chegasse até você. Reconhecimento não precisa ser grande para ser transformador. Às vezes é um jantar. Às vezes é uma mensagem. Às vezes é parar por 30 segundos e dizer: “O que você fez fez diferença.” O jogador marcou o gol. Mas o líder foi quem chamou o gandula para jantar. Seja esse líder.
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Vinte e quatro anos. É o tempo que nos separa daquela manhã de domingo em 2002, quando o Brasil inteiro parou para ver Ronaldo vestir a consagração e erguer a taça. Quem viveu aquela época lembra exatamente onde estava, com quem assistiu aos jogos e a sensação única de ver um time jogar com a alma. Era uma mistura de alívio, orgulho e a certeza de que o futebol explicava nossa identidade para o mundo. Agora, o calendário aponta para 2026. Uma nova Copa do Mundo começa e, com ela, desperta aquela mesma expectativa no peito. A nostalgia de 2002 não deve servir como um peso de comparação, mas sim como combustível. Olhar para o passado nos lembra do tamanho da nossa grandeza e do que acontece quando o talento encontra a liderança certa e a obstinação de vencer. Será que esta nova geração está pronta para escrever um capítulo à altura? A jornada para o hexa é longa, mas a vontade de reviver aquele sentimento é exatamente a mesma. Qual é a sua maior lembrança da conquista de 2002? Você acredita que o título volta para casa este ano? Comenta aqui.
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Nos anos 90, uma ligação de 5 minutos no celular NEC custava o suficiente para você pensar bem antes de discar. Hoje o iPhone mais caro no Brasil passa de R$ 15 mil. Brincadeiras a parte, a NEC foi pioneira no Brasil, trouxe os primeiros sistemas de telefonia celular analógica e digital, desenvolveu os primeiros flip phones e levou a internet móvel ao Japão antes de todo mundo. E mesmo sendo uma potência global, teve a inteligência estratégica de sair do mercado de smartphones antes de virar mais uma marca engolida pela concorrência, focando em infraestrutura, redes e soluções corporativas onde ainda hoje é referência mundial. Às vezes a decisão mais inteligente não é continuar competindo onde todo mundo está olhando.
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Quando Haaland jogou a bola na cabeça de Gabriel Magalhães, todo mundo esperava uma reação imediata. Não veio. Gabriel não deixou que a provocação virasse distração naquele momento. E quando chegou a hora certa — cinco meses depois, numa goleada de 5 a 1 — ele respondeu da forma mais eficiente possível: dentro das quatro linhas, com o placar a seu favor. Essa é a capacidade de separar o que aconteceu do que precisa ser feito agora. De não deixar o ruído externo determinar o foco interno. Agora, talvez o embate mais importante de ambos. Brasil e Noruega se enfrentam pelas oitavas da Copa do Mundo. Somente um deles seguirá adiante. E quem conhece a história desses dois sabe que esse duelo tem camadas que vão muito além do futebol. Para qualquer líder que está num momento de adversidade: nem toda provocação merece resposta imediata. Às vezes, a melhor resposta é continuar focado, concentrado e não cair na provocação do concorrente.
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Tiziano tem 12 anos, é fanático do Defensa y Justicia e quer ser goleiro como Unsain. Quando o Boca marcou no último minuto e o goleiro ficou ajoelhado no gramado com a cabeça baixa, Tiziano estava na arquibarcada com o pai. Em algum momento disse que ia ao banheiro — e quando o pai se deu conta, o filho já estava com meio corpo dentro do campo, correndo em direção ao goleiro para abraçá-lo. A imagem viralizou. O clube ligou para a família. Unsain vai dar a camisa e um par de luvas. E Tiziano ganhou um convite para ser presença especial nos próximos jogos. Mas o que ficou não foi a viralização. Foi a lembrança de que as atitudes mais poderosas raramente são calculadas. São as que nascem de quem enxerga um ser humano em dificuldade — e simplesmente vai até ele. No futebol e nos negócios, os líderes que as pessoas nunca esquecem são os que aparecem exatamente nesses momentos.
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É exatamente isso que eu acredito sobre liderança: ela não se manifesta só nas grandes decisões, nas reuniões importantes ou nos momentos de crise. Ela aparece em gestos humanos, feitos com verdade. O jogador provavelmente não lembrou desse gesto no dia seguinte. A criança vai lembrar para sempre.
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Contra o Egito, a Argentina estava perdendo. O silêncio no estádio dizia tudo. E então Messi chegou como uma peça chave para a Argentina virar e seguir na Copa. Sete gols em quatro partidas nessa Copa. Artilheiro da Argentina. Principal criador de jogadas ofensivas do time. Com 39 anos. O problema que esse desempenho esconde é mais sério do que o que ele resolve. Messi provavelmente se despede das Copas em 2026. A próxima edição é em 2030 — quando ele teria 43 anos. E o que o jogo contra o Egito mostrou com clareza é que a Argentina ainda não tem um jogador capaz de fazer o que ele faz quando o jogo fica difícil. Não é falta de talento no elenco. É falta de um sucessor que assuma a responsabilidade nos momentos em que tudo está desmoronando. Isso acontece dentro e fora de campo. O líder mais experiente carrega o jogo, resolve o que ninguém mais resolve, tira o time do abismo quando seria mais fácil não conseguir. E enquanto ele está lá, ninguém percebe o tamanho do problema que vai aparecer quando ele não estiver mais. Sucessão não é só nome e cargo. É a construção deliberada de quem vai assumir a responsabilidade quando o momento mais difícil chegar — e o titular não puder mais aparecer.
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A Airbus acabou de testar o avião comercial com maior alcance do mundo. O A350-1000ULR pode voar 22 horas seguidas sem reabastecer — o suficiente para conectar Sydney a Londres ou Nova York sem nenhuma escala. A Qantas já encomendou 12 unidades. As primeiras entregas chegam em 2027. À primeira vista, é uma notícia para quem gosta de aviação. Mas quem pensa estrategicamente enxerga outra coisa. Rotas que antes exigiam escala em Dubai, Cingapura ou Los Angeles deixam de precisar delas, e cidades inteiras que construíram ecossistemas de negócios em torno dessas conexões vão sentir. O turismo se reorganiza. A logística corporativa muda. O conceito de distância para negócios internacionais é redefinido. Uma única inovação em autonomia de voo tem o poder de redesenhar mercados que nem imaginavam estar conectados à aviação. É sempre assim com tecnologia. Ela nunca chega sozinha, ela traz uma cadeia inteira de mudanças atrás dela. A pergunta para o seu negócio é: você está monitorando as inovações que parecem distantes do seu setor mas que podem reorganizá-lo completamente?
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Existe uma escola pública no Gama, no Distrito Federal, onde um professor guardou até hoje a memória de um aluno que sempre levava uma bola na mochila. “Era muito agitado, ansioso para o momento de jogar futebol no recreio.” - Professor Francisco. Esse aluno se chama Endrick. Sua infância foi marcada por extrema pobreza — mas o talento já era evidente desde os 4 anos. Aos 10, entrou na base do Palmeiras. Aos 16, virou profissional. Aos 17, levantou seu segundo título consecutivo do Campeonato Brasileiro — algo que nem Pelé nem Neymar fizeram nessa idade. Aos 18, foi para o Real Madrid. E quando recebeu sua primeira convocação para a seleção principal, disse com simplicidade: “não foi fácil chegar aqui hoje”. Hoje, aos 19, ele está numa Copa do Mundo, com um filho a caminho, e no vídeo da comemoração do gol, por alguns segundos, a camisa 19 vira 10. Muitos torcedores já estão projetando nele o futuro. Mas talvez a lição mais bonita dessa história não esteja no futuro. Está no fato de que um garoto de um bairro simples, que guardava bola na mochila durante a aula, está hoje escrevendo seu nome na história do futebol mundial — sem nunca esquecer de onde veio. É disso que histórias de superação são feitas.
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Com 41 anos, Cristiano Ronaldo marcou dois gols na última rodada, deu o título ao Al-Nassr e chegou a 973 gols na carreira. Não faz isso porque precisa. Não porque alguém está cobrando. Mas porque essa é a natureza dele — e porque Cristiano Ronaldo nunca confundiu conquista com conforto. Quando ele foi para a Arábia Saudita, o mundo do futebol deu de ombros. “Está no fim.” “Vai lá ganhar dinheiro e sumir.” “A Liga Saudita não é competitiva.” O que aconteceu depois: ele continuou treinando como poucos atletas de 20 anos treinam. Continuou marcando. Continuou liderando. Continuou perseguindo recordes que ninguém mais persegue. E conquistou um título que nunca tinha conquistado antes — aos 41 anos. A maioria das pessoas reduz o ritmo quando chega num patamar confortável. Cristiano aumenta. Essa é a diferença entre quem tem sucesso e quem tem legado. No seu negócio, você está no modo conforto ou no modo conquista? Porque conforto e estagnação, no mercado de 2026, são quase a mesma coisa.
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No jogo Colômbia x Uzbequistão,"Cucho" Hernández brigou muito com a marcação na lateral, se desvencilhou do adversário e cruzou na medida para Jaminton Campaz completar de cabeça na segunda trave, garantindo três pontos para a Colômbia logo na estreia. Não foi um gol espetacular do Cucho. Foi uma assistência construída a partir de algo muito mais simples: não desistir da bola. No futebol, como nos negócios, as vitórias nem sempre vêm do momento mais bonito. Muitas vezes vêm da disposição de brigar por aquilo que já parecia perdido — e de transformar essa briga em resultado para o time.
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Nos anos 2000, o Windows Mobile PDA era o dispositivo dos executivos. Era muita tralha que a gente carregava — celular, PDA, câmera digital, MP3 player. O PDA era o hub de tudo isso: agenda, e-mails, documentos, planilhas, tudo num aparelho que cabia no bolso do paletó. Os smartphones baseados no Windows Mobile podiam ser divididos em dois grupos: os Pocket PCs, com telas sensíveis ao toque, e os smartphones clássicos, com teclado e botões de atalho. Era tecnologia de verdade, complexa, poderosa — e que exigia paciência de quem usava. O problema foi exatamente esse. Duas características bastante criticadas do Windows Mobile eram a interface excessivamente complexa e o desempenho inferior ao dos concorrentes diretos. Quando o iPhone chegou com uma tela de vidro e um dedo, o jogo acabou. Quem lembra de usar a caneta stylus para digitar uma mensagem? Comenta aqui!
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Todos aquelas que já construíram algo relevante têm uma versão mais jovem de si mesmos que apostou num caminho quando ainda não havia garantia nenhuma de que ia funcionar. Vini Jr. começou numa escolinha em São Gonçalo, precisou de ajuda de custo do Flamengo para continuar treinando e chegou ao Real Madrid aos 18 anos por 45 milhões de euros. Mas entre esses dois pontos existe uma história cheia de dúvida, pressão e adversidade que o torcedor casual não vê, e que o líder experiente reconhece imediatamente. Nas primeiras temporadas na Europa, ele foi criticado pela finalização, questionado se realmente merecia estar ali, enfrentou racismo publicamente e respondeu a tudo isso da única forma que importa: evoluindo dentro de campo e não perdendo a identidade fora dele. Em 2026, ele entra na Copa como o maior símbolo de uma seleção que precisa reencontrar sua grandeza. E o que ele representa vai muito além do futebol, é a história de alguém que recusou ser definido pelo ambiente adverso e escolheu ser definido pelo que construiu. Esse é o tipo de mentalidade que separa quem passa pela adversidade de quem cresce por causa dela.
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A internet chegou ao Brasil em 1981 — não para o grande público, mas para a academia. Um fio de cobre dentro de um cabo submarino conectava a FAPESP a um laboratório de física em Illinois, nos Estados Unidos, através da Bitnet. Pouquíssimas pessoas sabiam que aquilo existia. Treze anos depois, em 1994, a Embratel lançou o primeiro serviço de internet comercial do país — com 256 Kbps de conexão e apenas cinco mil usuários escolhidos para testar. Em 1995, o serviço se tornou definitivo. Em 1998, o Brasil já era o 19º colocado no mundo em número de hosts. Em 2007, o mercado de internet movimentava US$ 114 bilhões em comércio eletrônico. Hoje, mais de 102 milhões de domicílios estão conectados. O que essa linha do tempo mostra não é só a evolução de uma tecnologia. É a velocidade com que uma infraestrutura invisível pode reorganizar completamente a forma como pessoas vivem, trabalham e consomem. Quem apostou cedo nessa infraestrutura — quando parecia coisa de laboratório — construiu algo que o mercado levou décadas para dimensionar completamente.
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Antes do jogo contra o Panamá, no Maracanã, o capitão Danilo reuniu o grupo no vestiário para falar — não de jogadas, mas de confiança, de união, de presença. O Brasil venceu por 6 a 2. Isso é o que se espera dessa seleção na Copa 2026: que o que foi dito ali dentro apareça em campo. Vamos, Brasil! 🇧🇷⚽
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Em 2002, a Nokia era a marca de celular mais reconhecida do planeta. E para apresentar sua nova linha colorida — aparelhos vermelhos, azuis e pretos que cabiam na palma da mão — a empresa escolheu o nome mais reconhecido do mundo: Pelé. De smoking, diante de um cenário completamente branco, o Rei apresentava celulares simples, populares e quase indestrutíveis. Bateria que durava dias. Design que não quebrava se caísse. Cores que diziam algo sobre quem usava o aparelho — numa época em que celular ainda era novidade para a maioria das pessoas. Hoje, esse comercial funciona como uma cápsula do tempo perfeita. Duas marcas no auge da sua relevância, num mundo que ainda não tinha redes sociais, nem smartphone, nem o conceito de que o celular seria o centro da vida de todo ser humano.
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Jude Bellingham estava no banco de reservas nesse dia, quando percebeu que o gandula ao seu lado estava com frio. Sem pensar duas vezes, tirou o agasalho e o entregou para o menino. O gesto viralizou. E depois, em entrevista, o gandula revelou que Bellingham é seu maior ídolo no futebol — e que aquele foi o melhor momento da vida dele. Não é a primeira vez. Bellingham já foi flagrado cobrindo uma criança com sua jaqueta durante a chuva em outro jogo. Não é pose. É padrão de comportamento. Existe uma diferença entre jogadores que são grandes dentro de campo e jogadores que são grandes fora dele. O segundo tipo é muito mais raro — e deixa um tipo de marca que nenhum gol consegue replicar. Para quem lidera times e negócios: as pessoas ao redor observam tudo, o tempo todo. Não só o que você faz quando está no centro das atenções. Especialmente o que você faz quando acha que ninguém está olhando.
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Tive a oportunidade de falar sobre esse tema na Times Brasil — e a minha leitura é direta. O argumento americano não é sobre livre mercado. É sobre proteção de oligopólio. O PIX substituiu, em grande parte, meios de pagamento que eram dominados por empresas americanas — especialmente no segmento de cartões. Em cinco anos, de 2020 a 2025, o número de transações cresceu dez mil por cento. Foram 80 bilhões de transações só no ano passado. Mais de cinco vezes o volume do cartão de débito. Isso não é tendência. É uma realidade estrutural instalada na vida do brasileiro, do varejista e das empresas. Questionar o PIX hoje é como tentar bloquear o WhatsApp depois que todo mundo já usa. O fluxo de negócios, de comércio e de vida cotidiana já está construído em cima dessa infraestrutura. Não tem volta — e nem deveria ter. O que está em jogo aqui não é uma discussão técnica sobre meios de pagamento. É uma disputa de poder econômico global, onde o Brasil criou algo que funcionou melhor do que o que existia antes — e isso incomoda quem lucrava com o modelo anterior. Inovação que serve ao povo raramente agrada a quem lucrava com a ineficiência.
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Em 2021, Lewis Hamilton perdeu o título mundial na última volta, na última corrida, numa decisão que até hoje divide opiniões no mundo da Fórmula 1. Depois de três anos difíceis com um carro complicado na Mercedes e uma primeira temporada frustrante na Ferrari em 2025, ele já havia sido aposentado por muitos observadores. Em 2025, não foi só um ano difícil, foi algo que quase sepultou o multicampeão, em meio a fracassos e críticas pesadas. Hamilton terminou a temporada sem nenhum pódio ou vitória, e chegou a dizer que talvez ele não fosse tão talentoso quanto pensava ser. E então veio Barcelona. Quase uma temporada e meia depois, Lewis colheu os frutos de saber como reacender o melhor que há em si e na própria Ferrari. As lágrimas após a vitória falaram muito sobre isso. Foi sua 106ª vitória na carreira, e a primeira com a Ferrari, o time pelo qual sempre sonhou correr. A lição que fica não é sobre Fórmula 1. É sobre o que acontece quando um líder — mesmo sendo o maior da história da sua área — se permite duvidar, sofrer, reconstruir e voltar. Sem desculpa. Com trabalho, paciência e a coragem de acreditar que ainda tinha algo a entregar quando o mundo inteiro já havia decretado o fim. Mas quem é rei de verdade nunca perde a majestade. É exatamente isso que separa quem tem uma carreira de quem tem um legado.
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Esta Copa de 2026 reuniu uma geração extraordinária. Messi com 39 anos reescrevendo recordes. Cristiano Ronaldo marcando em seis edições diferentes — um feito que pode durar gerações. Mbappé, Haaland, Vini Jr., Bellingham, Lamine Yamal, Pedri, Enzo Fernández — nomes que fizeram essa edição entrar para a história do futebol mundial. E com todo o respeito a cada um deles — porque o respeito é genuíno — o maior de todos os tempos continua sendo o Rei. Pelé é o único tricampeão da história. O mais jovem a fazer hat-trick numa Copa. O mais jovem a marcar numa final. Recordes que resistem décadas depois, intocados por qualquer geração que veio depois. Nenhum nome desta Copa chegou perto disso. E provavelmente nenhum chegará. O Rei é único. E insubstituível. 👑
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