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@fcmoulin · 34 reels nos últimos 60 dias · atualizado 25/05 às 22:47
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Esse domingo tem GP do Japão. Suzuka. 02h00 no horário de Brasília. O mesmo traçado onde Ayrton Senna se transformava em algo que ia além da pilotagem. Onde rivais que passavam a vida tentando vencê-lo paravam, mesmo que por um segundo, para admirar o que estavam vendo. Suzuka tinha algo de especial para Senna. E Senna tinha algo de especial para Suzuka. Uma relação que não se explicava apenas por técnica ou velocidade. Era quase espiritual. Os adversários diziam que havia momentos em que ele simplesmente desaparecia. Não no sentido literal, mas no sentido de que o que ele fazia com um carro naquele circuito parecia pertencer a outra categoria de existência. Mais de trinta anos depois, e ainda me emociono ao lembrar desse grande piloto. Você vai acordar de madrugada para assistir? Comenta aqui e me conta qual memória de Senna em Suzuka ainda te arrepia. Shorts: @ramssessilvagenealogia
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Gustavo Kuerten tinha 20 anos quando venceu Roland Garros pela primeira vez, em 1997, como azarão, sem cabeça de chave, desconhecido do mundo. O que veio depois foi grandioso: mais dois títulos em Paris, número 1 do mundo, o coração desenhado no saibro que virou símbolo de uma geração. Mas o que poucos falam é sobre o peso que ele carregou fora das quadras. A partir de 2001, uma lesão no quadril começou a consumir silenciosamente o que havia de mais precioso para um atleta: a capacidade de competir sem dor. Cirurgias. Reabilitações. Esperanças renovadas e frustradas. Até que em 2008, aos 31 anos, Guga precisou se aposentar — não por escolha, mas porque o corpo não aguentava mais. E ainda havia uma dor maior. Seu irmão caçula Guilherme, que viveu com deficiência física e mental severa, faleceu em 2007. Uma perda que nenhum título ameniza. Em março de 2026, Guga passou por um novo procedimento de implante de prótese no quadril, para finalmente tentar se livrar das dores crônicas que o acompanham há mais de duas décadas. A história de Guga não é só sobre tênis. É sobre um homem que aprendeu, dentro e fora da quadra, que a maior vitória nem sempre aparece no placar. E que sorrir, mesmo quando dói, também é uma forma de coragem. Guga é um grande ídolo para mim, e um ser humano maravilhoso. Nesse recorte, ele fala algo que coincidentemente (e sem saber) sempre falei para meus filhos, colaboradores e mentorados: faça o seu melhor, sempre. O resto é consequência. Guga foi um ídolo na sua juventude também? Comenta aqui o que ele representa pra você.
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Tim Van de Velde podia ter cruzado a linha. Estava quase lá. Mas quando olhou para trás e viu o colombiano San Martin se arrastando após bater numa barreira exausto, mal conseguindo pular o último obstáculo, ele fez algo que nenhum manual de competição ensina. Virou. Correu no sentido contrário. Colocou o braço em volta do rival. E os dois cruzaram a linha juntos. Tempos de 9:02.20 e 9:02.21 são os mais lentos de todas as baterias. Nenhum dos dois se classificou para a final. San Martin foi embora em cadeira de rodas. E mesmo assim, aquela cena parou a internet. Porque existe uma diferença entre competir e vencer. E existe uma diferença ainda maior entre ganhar uma medalha e ganhar respeito. Van de Velde não vai subir ao pódio no Mundial de Atletismo. Mas o gesto que ele fez naquele momento vai durar muito mais do que qualquer tempo marcado num cronômetro. O esporte, quando é grande de verdade, não cabe na tabela de resultados. Cenas assim te lembram por que você ainda acredita no esporte? Comente aqui.
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A Nokia era muito inovadora. Tenho orgulho de ter feito parte da história de uma empresa tão incrível, e de haver participado do lançamento do 7280 em toda a América Latina. Um ícone da “Nokia Fashion Collection”. E você? Já quis um desses?
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Bolsas que bloqueiam o acesso ao smartphone magneticamente durante o horário de trabalho e estudo, estão ganhando espaço em empresas americanas. O debate que isso abre é mais complexo do que parece. De um lado, funcionários relatam mais foco, mais conversa real com colegas e menos reuniões perdidas para telas. Do outro, pesquisadores alertam que impedir o acesso a questões pessoais durante o dia pode gerar estresse, e que o impacto na produtividade de trabalhos criativos é discutível. No fundo, a bolsa bloqueadora é só o sintoma de um problema maior: vivemos tão fundidos com o celular que as empresas agora precisam de um objeto físico para criar a separação que o autocontrole não consegue mais garantir. A questão não é se o celular distrai — todo mundo sabe que sim. A questão é até onde vai a responsabilidade da empresa sobre o comportamento do adulto que ela contratou. Você toparia trabalhar numa empresa que bloqueia seu celular durante o expediente? Comenta aqui.
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Um robô autônomo chinês movido por inteligência artificial navega por rios poluídos, identifica resíduos flutuantes e os recolhe continuamente, sem nenhuma intervenção humana. Robótica, IA e engenharia ambiental resolvendo um problema real, na água, agora. Quando penso nos rios brasileiros, o Tietê, o Doce, tantos outros, fico imaginando quantos poderiam ser transformados com esse tipo de tecnologia. Não é ficção científica. Já existe. A pergunta é quando vai chegar até nós. Você conhece alguma cidade ou rio no Brasil que precisava urgente de um robô como esse? Comenta aqui.
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A chuva começou a cair, as crianças estavam ali e os jogadores do New York Red Bulls simplesmente tiraram os casacos e cobriram elas. Humanidade no momento certo. Em um esporte de altos salários, holofotes e pressão constante, é fácil esquecer que por baixo do uniforme existe gente. E às vezes a gente precisa de um vídeo de 30 segundos numa segunda-feira chuvosa para lembrar disso. Os maiores ídolos não são os que marcam mais gols. São os que, quando ninguém está cobrando nada, ainda agem com o coração. Isso te aqueceu o coração? Manda pra alguém que precisa ver isso hoje.
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Era para ser uma demonstração de inovação. Virou um alerta. Durante um festival em Pequim, o robô humanoide H2 da Unitree saiu do comportamento programado e começou a exibir movimentos bruscos e agressivos, interrompendo o espetáculo e gerando pânico no público presente. Nenhuma catástrofe, mas o suficiente para deixar uma pergunta no ar que o mercado de robótica ainda não sabe responder com segurança. Estamos prontos para colocar humanoides em ambientes reais, ao vivo, diante de pessoas? A China avança em velocidade impressionante na produção de robôs, 10 mil unidades por ano, fábricas automatizadas, humanoides em linhas de montagem automotiva. Mas velocidade e maturidade não são a mesma coisa. E um robô que sai do roteiro em um festival é um lembrete de que, entre o laboratório e o mundo real, existe uma distância que nenhum press release consegue eliminar. Segurança, confiabilidade e previsibilidade de comportamento não são detalhes técnicos. São a base de qualquer tecnologia que vai operar perto de seres humanos. E, quando essa base falha, mesmo que por um segundo, o estrago na confiança é muito maior do que qualquer falha no hardware. O futuro da robótica é inevitável. Mas ele precisa ser construído com mais responsabilidade do que pressa. Você confiaria em um robô humanoide em um evento ao vivo? Comente aqui.
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Talento nunca foi garantia de nada. Djalminha estava na lista de Felipão para o Mundial de 2002. Romário ficou fora de duas Copas. Renato Gaúcho perdeu a Copa do México de 1986 por uma noitada. Três dos jogadores mais talentosos de suas gerações foram cortados não por lesão técnica, mas por comportamento. No mundo corporativo, essa história se repete todos os dias. O profissional mais brilhante da sala que perde a promoção por não saber lidar com a pressão. O executivo que constrói uma carreira inteira e compromete tudo em um momento de impulsividade. O líder que tem todas as competências técnicas e nenhuma inteligência emocional para sustentar o que construiu. Scolari viu a cabeçada de Djalminha na televisão e disse: "Como vou chamar um jogador que faz isso com seu técnico?" Ali, em uma fração de segundo, uma carreira foi redesenhada. No lugar de Djalminha entrou Kaká, que saiu pentacampeão. O talento abre a porta. O comportamento decide se você vai atravessá-la. Nas organizações, nos times e nas carreiras, a Copa do Mundo de cada um pode estar mais próxima do que parece ou ser perdida por uma decisão que dura três segundos. Você já viu alguém perder uma grande oportunidade por um momento de impulsividade? Comenta aqui.
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Hoje o Brasil perdeu o Mão Santa. Oscar Schmidt, o maior cestinha da história do basquete mundial, partiu aos 68 anos, mas deixa um legado que nenhum placar consegue medir. Ele recusou a NBA para jogar pela seleção. Escolheu o Brasil quando poderia ter escolhido o dinheiro. Fez 5 Olimpíadas. Marcou mais de 49 mil pontos na carreira. E fez tudo isso com uma simplicidade que só os grandes têm. No mundo dos negócios, a gente fala muito sobre estratégia, posicionamento e diferenciação. Mas Oscar nos lembra que por trás de qualquer legado, o que nunca pode faltar é paixão genuína e escolhas com propósito. Descanse em paz, craque.
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A Zipline não nasceu entregando refeições do Chipotle ou remédios para o subúrbio do Texas. Ela nasceu levando suprimentos médicos e sangue para locais remotos em países sem infraestrutura, onde cada entrega atrasada podia custar uma vida. Foi essa origem que construiu a tecnologia mais confiável do setor: drones que alcançam 112 km/h, entregam até 3,6 kg com precisão usando um cabo de 91 metros e operam mesmo sob ventos fortes, com impacto sonoro mínimo na comunidade. Com mais de 1,4 milhão de entregas realizadas em sete países, a startup hoje disputa a liderança do mercado americano com o Wing, da Alphabet, e deixa a Amazon em terceiro lugar em uma corrida que a gigante de Seattle ainda não sabe como vencer. A lição de negócio aqui é poderosa: quem resolve o problema mais difícil primeiro chega ao mercado mais fácil com uma vantagem que nenhum orçamento de P&D compra. O propósito construiu a tecnologia. A tecnologia construiu o negócio. Você toparia receber suas compras por drone ou ainda prefere o entregador na porta? Comenta aqui.
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Assim eram os efeitos especiais da TV em 1993, um processo bem manual. Totalmente ao contrário de como funciona hoje, com as IAs. Qual efeito sempre te deixou curioso para saber como foi feito?
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Já em clima de Copa, quero recordar do dia em que Portugal havia acabado de perder para o Uruguai por 2 a 1. Cavani, autor dos dois gols, saiu mancando com dores na panturrilha e mal conseguia andar. E foi exatamente nesse momento, com a eliminação ainda doendo, que Cristiano Ronaldo parou, colocou o braço em volta do rival e o ajudou a deixar o campo. A internet parou. Torcedores dos dois lados aplaudiram. O gesto de um rival ajudando o outro no momento mais difícil virou símbolo de algo que vai muito além do futebol. Porque é fácil ser generoso quando você vence. O verdadeiro caráter aparece quando você perde e, mesmo assim, escolhe olhar para o outro. No esporte, nos negócios e na liderança, a grandeza não se mede apenas pelo que você conquista. Ela se mede pelo que você faz quando o resultado não é o que esperava. CR7 carregou Portugal durante anos. Naquele dia, carregou o adversário também. E talvez esse gesto diga mais sobre quem ele é do que qualquer bola na rede. Esse gesto te surpreendeu ou era exatamente o que você esperava do Cristiano? Comenta aqui.
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Quando a gente fala de superação no esporte, não é só sobre sair do zero. É sobre sustentar o topo, quando todo mundo já espera o seu melhor, por muito tempo e com consistência. Ronaldinho Gaúcho não foi só um jogador genial. Ele foi o cara que reconstruiu sua carreira na Europa, colocou o FC Barcelona de volta no mapa e virou referência global com leveza, criatividade, genialidade e resultado. Saiu do Brasil, encarou pressão, mudou o patamar de um clube gigante e ainda fez história sendo aplaudido de pé no Estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid, seu maior rival. Isso não é só talento. É execução fora da curva. Nos negócios, funciona igual: não basta ter uma boa ideia, é preciso consistência, repertório e coragem pra performar sob pressão.
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Mike Tyson entrava no ringue como uma força da natureza. Olhar vazio, mandíbula cerrada, passos lentos e pesados. A multidão recuava só de olhar. Do lado de fora, era o monstro. Do lado de dentro, era um menino que chorava. Tyson revelou em diversas entrevistas que antes de cada luta, especialmente nas maiores, ele entrava em colapso emocional nos vestiários. Lágrimas, tremores, medo real. O mesmo homem que fazia adversários desistirem antes do primeiro soco precisava se reconstruir do zero a cada vez para conseguir atravessar aquela cortina. A armadura que ele vestia não era feita de confiança. Era feita de necessidade. E tem algo de profundamente humano nisso. Porque a maioria das pessoas que parece inabalável por fora está carregando um peso enorme por dentro. O executivo que entra na reunião com a voz firme depois de uma noite sem dormir. O empreendedor que sorri para a equipe enquanto por dentro questiona tudo. O atleta que paralisa de medo, e mesmo assim corre em direção ao que teme. Criar uma armadura não é fraqueza disfarçada de força. É a decisão consciente de não deixar que o medo seja maior do que o propósito. Mas carregar esse peso tem um custo. E poucos falam sobre ele. Tyson foi campeão mundial. E também foi um homem partido em muitos pedaços ao longo da vida. As duas coisas são verdade ao mesmo tempo. Talvez a maior superação não seja vencer o adversário na sua frente. Seja vencer o que grita dentro de você antes de entrar em campo. Você já precisou criar uma armadura para enfrentar algo que te assustava de verdade? Comenta aqui.
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Em 2006, um jovem de 19 anos pedalou mais de 100 quilômetros na chuva para chegar até uma equipe de TV provincial na esperança de que a exposição o ajudasse a entrar no mundo das corridas. Ninguém apostaria nele. Zhang Xue tinha abandonado os estudos, trabalhava como aprendiz de mecânico numa oficina rural em Hunan e não tinha nada além de uma obsessão: motocicletas. Quase vinte anos depois, quando o piloto Valentin Debise cruzou a linha de chegada em primeiro lugar no Campeonato Mundial de Supersport em Portugal pilotando uma ZXMoto, a marca fundada por Zhang, ele não conseguiu conter as lágrimas. A multidão o ergueu nos ombros. Era a primeira vitória de um fabricante chinês na história do campeonato. Numa categoria historicamente dominada por Ducati e Yamaha. A trajetória de Zhang não é linear. É teimosa. Aprendiz de mecânico. Piloto e mecânico ao mesmo tempo. Engenheiro. Fundador de uma marca. Prejuízo de R$ 3,3 milhões em 2025. Avaliação de mais de 1 bilhão de yuans em 2026. "Quando começo algo, continuo. Mesmo que fracasse por 10 anos, vou persistir. No fundo, eu simplesmente amo motocicletas." Algumas histórias não precisam de roteirista. Elas só precisam de alguém que não desiste. Qual parte dessa história mais te tocou? Comenta aqui.
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Antes da bola rolar, os jogadores do Inter já tinham marcado o ponto mais importante da tarde. Perfilados para o hino nacional, os atletas colorados usavam abafadores de ouvido (adquiridos por eles próprios) em apoio à conscientização sobre o autismo. Um logo especial no uniforme completava o gesto. Nada patrocinado. A ação faz parte do projeto Autistas Colorados, criado em 2022 pelo torcedor Jeison Reinheimer, e desde então cresce dentro do clube com representatividade real. Em um esporte que movimenta bilhões e frequentemente se perde em polêmicas, momentos assim lembram o que o futebol pode ser quando decide usar seu alcance para algo maior do que o resultado. Um estádio cheio e jogadores escolhendo aquele momento para dizer: essa causa importa, essa comunidade existe e merece ser vista. O Beira-Rio viu muitos gols históricos. Mas poucos gestos que chegam tão longe quanto esse. Parabéns a todos os colorados pela iniciativa do clube, em particular aos queridos amigos torcedores do Inter @pedrottomazelli @schickrichard e carloseduardo Você conhecia o projeto Autistas Colorados? Comenta aqui.
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Edson Arantes do Nascimento cresceu em Bauru, no interior de São Paulo, em uma família sem recursos financeiros. Enquanto outras crianças tinham bola, ele jogava nas ruas com uma meia recheada de papel. Enquanto outros tinham chuteira, ele jogava descalço. Aos 15 anos, foi contratado pelo Santos. Aos 17, era campeão do mundo. Mas o ponto de que poucos se lembram, e que diz tudo sobre quem Pelé era, aconteceu em 1958, às vésperas da Copa na Suécia. Ele era o mais jovem da delegação, desconhecido do mundo, e sofria de uma lesão no joelho que ameaçava sua participação. Os médicos chegaram a sugerir que ele ficasse fora. Pelé jogou. Marcou seis gols na fase eliminatória. Chorou abraçado a Gilmar após a final, um menino de 17 anos que havia carregado o Brasil ao topo do mundo. Três Copas. Mais de 1.200 gols. Único tricampeão mundial da história. O único atleta declarado Patrimônio Nacional pelo Brasil. Mas nenhum número explica o que Pelé representa. Ele provou que origem não é destino. Que talento sem persistência não chega a lugar nenhum. E que os maiores legados não são construídos apenas com talento, mas sim na escolha de continuar quando tudo poderia ser motivo para parar. Tive o prazer de conhecê-lo e poder ver de perto uma lenda da história, nosso amado Pelé! Qual momento da história do Pelé mais te marcou? Comenta aqui.
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Robson Gonçalves de Oliveira tem 36 anos, é operador de máquinas em São Bernardo do Campo e foi até Boston com um objetivo claro: terminar a maratona abaixo de 2h40min, batendo seu recorde pessoal. Nos metros finais da prova, quando entrou na avenida final faltando pouco para conquistar sua melhor marca, ele viu à distância o norte-americano Ajay Haridasse, de 21 anos, estudante da Northeastern University, em colapso total mal conseguindo ficar de pé. O irlandês Aaron Beggs, que também estava exausto e se sentindo mal, já havia parado para amparar Ajay. Quando viu isso, Robson tomou sua decisão em segundos. Juntos, os dois carregaram Ajay até a linha de chegada. Os três cruzaram juntos, sob aplausos da multidão. O recorde pessoal ficou para outra hora. "Foi uma decisão de segundos. Eu pensei: Deus, se alguém parar, eu também vou ajudar. E Deus foi tão generoso que o Aaron parou. Este é o espírito de Boston", disse Robson. Um operador de máquinas do ABC Paulista, num dos eventos esportivos mais tradicionais do mundo, ensinando ao planeta o que significa não deixar ninguém para trás. O tempo não importa. O gesto, sim. Isso te arrepiou? Manda pra alguém que precisa acreditar mais nas pessoas hoje.
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Grande ensinamento que serve para tudo na vida. Irá nos fazer falta, Oscar.
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