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@fcmoulin · 52 reels nos últimos 90 dias · atualizado 25/07 às 14:21
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Uma contribuição de segundos. Invisível para a maioria das câmeras. Irrelevante para as estatísticas. . Mas depois do jogo, os jogadores do Tottenham o chamaram para jantar com o time. Disseram que ele tinha sido parte daquele momento. Para o mundo, foi um gesto simpático de atletas famosos. Para aquele menino, foi provavelmente o dia mais importante da vida dele. E é exatamente aqui que está a lição que todo líder precisa guardar. Quantas vezes, dentro do seu time, existe alguém que entregou a bola no momento certo — e nunca soube que aquilo fez diferença? O analista que preparou o relatório que embasou a decisão certa. O atendente que segurou um cliente difícil num dia em que você nem estava por perto. O colaborador que resolveu um problema silenciosamente, antes que ele chegasse até você. Reconhecimento não precisa ser grande para ser transformador. Às vezes é um jantar. Às vezes é uma mensagem. Às vezes é parar por 30 segundos e dizer: “O que você fez fez diferença.” O jogador marcou o gol. Mas o líder foi quem chamou o gandula para jantar. Seja esse líder.
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Vinte e quatro anos. É o tempo que nos separa daquela manhã de domingo em 2002, quando o Brasil inteiro parou para ver Ronaldo vestir a consagração e erguer a taça. Quem viveu aquela época lembra exatamente onde estava, com quem assistiu aos jogos e a sensação única de ver um time jogar com a alma. Era uma mistura de alívio, orgulho e a certeza de que o futebol explicava nossa identidade para o mundo. Agora, o calendário aponta para 2026. Uma nova Copa do Mundo começa e, com ela, desperta aquela mesma expectativa no peito. A nostalgia de 2002 não deve servir como um peso de comparação, mas sim como combustível. Olhar para o passado nos lembra do tamanho da nossa grandeza e do que acontece quando o talento encontra a liderança certa e a obstinação de vencer. Será que esta nova geração está pronta para escrever um capítulo à altura? A jornada para o hexa é longa, mas a vontade de reviver aquele sentimento é exatamente a mesma. Qual é a sua maior lembrança da conquista de 2002? Você acredita que o título volta para casa este ano? Comenta aqui.
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Nos anos 90, uma ligação de 5 minutos no celular NEC custava o suficiente para você pensar bem antes de discar. Hoje o iPhone mais caro no Brasil passa de R$ 15 mil. Brincadeiras a parte, a NEC foi pioneira no Brasil, trouxe os primeiros sistemas de telefonia celular analógica e digital, desenvolveu os primeiros flip phones e levou a internet móvel ao Japão antes de todo mundo. E mesmo sendo uma potência global, teve a inteligência estratégica de sair do mercado de smartphones antes de virar mais uma marca engolida pela concorrência, focando em infraestrutura, redes e soluções corporativas onde ainda hoje é referência mundial. Às vezes a decisão mais inteligente não é continuar competindo onde todo mundo está olhando.
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A Nokia era muito inovadora. Tenho orgulho de ter feito parte da história de uma empresa tão incrível, e de haver participado do lançamento do 7280 em toda a América Latina. Um ícone da “Nokia Fashion Collection”. E você? Já quis um desses?
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Bolsas que bloqueiam o acesso ao smartphone magneticamente durante o horário de trabalho e estudo, estão ganhando espaço em empresas americanas. O debate que isso abre é mais complexo do que parece. De um lado, funcionários relatam mais foco, mais conversa real com colegas e menos reuniões perdidas para telas. Do outro, pesquisadores alertam que impedir o acesso a questões pessoais durante o dia pode gerar estresse, e que o impacto na produtividade de trabalhos criativos é discutível. No fundo, a bolsa bloqueadora é só o sintoma de um problema maior: vivemos tão fundidos com o celular que as empresas agora precisam de um objeto físico para criar a separação que o autocontrole não consegue mais garantir. A questão não é se o celular distrai — todo mundo sabe que sim. A questão é até onde vai a responsabilidade da empresa sobre o comportamento do adulto que ela contratou. Você toparia trabalhar numa empresa que bloqueia seu celular durante o expediente? Comenta aqui.
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Quando Haaland jogou a bola na cabeça de Gabriel Magalhães, todo mundo esperava uma reação imediata. Não veio. Gabriel não deixou que a provocação virasse distração naquele momento. E quando chegou a hora certa — cinco meses depois, numa goleada de 5 a 1 — ele respondeu da forma mais eficiente possível: dentro das quatro linhas, com o placar a seu favor. Essa é a capacidade de separar o que aconteceu do que precisa ser feito agora. De não deixar o ruído externo determinar o foco interno. Agora, talvez o embate mais importante de ambos. Brasil e Noruega se enfrentam pelas oitavas da Copa do Mundo. Somente um deles seguirá adiante. E quem conhece a história desses dois sabe que esse duelo tem camadas que vão muito além do futebol. Para qualquer líder que está num momento de adversidade: nem toda provocação merece resposta imediata. Às vezes, a melhor resposta é continuar focado, concentrado e não cair na provocação do concorrente.
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Tiziano tem 12 anos, é fanático do Defensa y Justicia e quer ser goleiro como Unsain. Quando o Boca marcou no último minuto e o goleiro ficou ajoelhado no gramado com a cabeça baixa, Tiziano estava na arquibarcada com o pai. Em algum momento disse que ia ao banheiro — e quando o pai se deu conta, o filho já estava com meio corpo dentro do campo, correndo em direção ao goleiro para abraçá-lo. A imagem viralizou. O clube ligou para a família. Unsain vai dar a camisa e um par de luvas. E Tiziano ganhou um convite para ser presença especial nos próximos jogos. Mas o que ficou não foi a viralização. Foi a lembrança de que as atitudes mais poderosas raramente são calculadas. São as que nascem de quem enxerga um ser humano em dificuldade — e simplesmente vai até ele. No futebol e nos negócios, os líderes que as pessoas nunca esquecem são os que aparecem exatamente nesses momentos.
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É exatamente isso que eu acredito sobre liderança: ela não se manifesta só nas grandes decisões, nas reuniões importantes ou nos momentos de crise. Ela aparece em gestos humanos, feitos com verdade. O jogador provavelmente não lembrou desse gesto no dia seguinte. A criança vai lembrar para sempre.
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Um robô autônomo chinês movido por inteligência artificial navega por rios poluídos, identifica resíduos flutuantes e os recolhe continuamente, sem nenhuma intervenção humana. Robótica, IA e engenharia ambiental resolvendo um problema real, na água, agora. Quando penso nos rios brasileiros, o Tietê, o Doce, tantos outros, fico imaginando quantos poderiam ser transformados com esse tipo de tecnologia. Não é ficção científica. Já existe. A pergunta é quando vai chegar até nós. Você conhece alguma cidade ou rio no Brasil que precisava urgente de um robô como esse? Comenta aqui.
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Contra o Egito, a Argentina estava perdendo. O silêncio no estádio dizia tudo. E então Messi chegou como uma peça chave para a Argentina virar e seguir na Copa. Sete gols em quatro partidas nessa Copa. Artilheiro da Argentina. Principal criador de jogadas ofensivas do time. Com 39 anos. O problema que esse desempenho esconde é mais sério do que o que ele resolve. Messi provavelmente se despede das Copas em 2026. A próxima edição é em 2030 — quando ele teria 43 anos. E o que o jogo contra o Egito mostrou com clareza é que a Argentina ainda não tem um jogador capaz de fazer o que ele faz quando o jogo fica difícil. Não é falta de talento no elenco. É falta de um sucessor que assuma a responsabilidade nos momentos em que tudo está desmoronando. Isso acontece dentro e fora de campo. O líder mais experiente carrega o jogo, resolve o que ninguém mais resolve, tira o time do abismo quando seria mais fácil não conseguir. E enquanto ele está lá, ninguém percebe o tamanho do problema que vai aparecer quando ele não estiver mais. Sucessão não é só nome e cargo. É a construção deliberada de quem vai assumir a responsabilidade quando o momento mais difícil chegar — e o titular não puder mais aparecer.
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A Airbus acabou de testar o avião comercial com maior alcance do mundo. O A350-1000ULR pode voar 22 horas seguidas sem reabastecer — o suficiente para conectar Sydney a Londres ou Nova York sem nenhuma escala. A Qantas já encomendou 12 unidades. As primeiras entregas chegam em 2027. À primeira vista, é uma notícia para quem gosta de aviação. Mas quem pensa estrategicamente enxerga outra coisa. Rotas que antes exigiam escala em Dubai, Cingapura ou Los Angeles deixam de precisar delas, e cidades inteiras que construíram ecossistemas de negócios em torno dessas conexões vão sentir. O turismo se reorganiza. A logística corporativa muda. O conceito de distância para negócios internacionais é redefinido. Uma única inovação em autonomia de voo tem o poder de redesenhar mercados que nem imaginavam estar conectados à aviação. É sempre assim com tecnologia. Ela nunca chega sozinha, ela traz uma cadeia inteira de mudanças atrás dela. A pergunta para o seu negócio é: você está monitorando as inovações que parecem distantes do seu setor mas que podem reorganizá-lo completamente?
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Era para ser uma demonstração de inovação. Virou um alerta. Durante um festival em Pequim, o robô humanoide H2 da Unitree saiu do comportamento programado e começou a exibir movimentos bruscos e agressivos, interrompendo o espetáculo e gerando pânico no público presente. Nenhuma catástrofe, mas o suficiente para deixar uma pergunta no ar que o mercado de robótica ainda não sabe responder com segurança. Estamos prontos para colocar humanoides em ambientes reais, ao vivo, diante de pessoas? A China avança em velocidade impressionante na produção de robôs, 10 mil unidades por ano, fábricas automatizadas, humanoides em linhas de montagem automotiva. Mas velocidade e maturidade não são a mesma coisa. E um robô que sai do roteiro em um festival é um lembrete de que, entre o laboratório e o mundo real, existe uma distância que nenhum press release consegue eliminar. Segurança, confiabilidade e previsibilidade de comportamento não são detalhes técnicos. São a base de qualquer tecnologia que vai operar perto de seres humanos. E, quando essa base falha, mesmo que por um segundo, o estrago na confiança é muito maior do que qualquer falha no hardware. O futuro da robótica é inevitável. Mas ele precisa ser construído com mais responsabilidade do que pressa. Você confiaria em um robô humanoide em um evento ao vivo? Comente aqui.
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Já em clima de Copa, quero recordar do dia em que Portugal havia acabado de perder para o Uruguai por 2 a 1. Cavani, autor dos dois gols, saiu mancando com dores na panturrilha e mal conseguia andar. E foi exatamente nesse momento, com a eliminação ainda doendo, que Cristiano Ronaldo parou, colocou o braço em volta do rival e o ajudou a deixar o campo. A internet parou. Torcedores dos dois lados aplaudiram. O gesto de um rival ajudando o outro no momento mais difícil virou símbolo de algo que vai muito além do futebol. Porque é fácil ser generoso quando você vence. O verdadeiro caráter aparece quando você perde e, mesmo assim, escolhe olhar para o outro. No esporte, nos negócios e na liderança, a grandeza não se mede apenas pelo que você conquista. Ela se mede pelo que você faz quando o resultado não é o que esperava. CR7 carregou Portugal durante anos. Naquele dia, carregou o adversário também. E talvez esse gesto diga mais sobre quem ele é do que qualquer bola na rede. Esse gesto te surpreendeu ou era exatamente o que você esperava do Cristiano? Comenta aqui.
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Talento nunca foi garantia de nada. Djalminha estava na lista de Felipão para o Mundial de 2002. Romário ficou fora de duas Copas. Renato Gaúcho perdeu a Copa do México de 1986 por uma noitada. Três dos jogadores mais talentosos de suas gerações foram cortados não por lesão técnica, mas por comportamento. No mundo corporativo, essa história se repete todos os dias. O profissional mais brilhante da sala que perde a promoção por não saber lidar com a pressão. O executivo que constrói uma carreira inteira e compromete tudo em um momento de impulsividade. O líder que tem todas as competências técnicas e nenhuma inteligência emocional para sustentar o que construiu. Scolari viu a cabeçada de Djalminha na televisão e disse: "Como vou chamar um jogador que faz isso com seu técnico?" Ali, em uma fração de segundo, uma carreira foi redesenhada. No lugar de Djalminha entrou Kaká, que saiu pentacampeão. O talento abre a porta. O comportamento decide se você vai atravessá-la. Nas organizações, nos times e nas carreiras, a Copa do Mundo de cada um pode estar mais próxima do que parece ou ser perdida por uma decisão que dura três segundos. Você já viu alguém perder uma grande oportunidade por um momento de impulsividade? Comenta aqui.
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Existe uma escola pública no Gama, no Distrito Federal, onde um professor guardou até hoje a memória de um aluno que sempre levava uma bola na mochila. “Era muito agitado, ansioso para o momento de jogar futebol no recreio.” - Professor Francisco. Esse aluno se chama Endrick. Sua infância foi marcada por extrema pobreza — mas o talento já era evidente desde os 4 anos. Aos 10, entrou na base do Palmeiras. Aos 16, virou profissional. Aos 17, levantou seu segundo título consecutivo do Campeonato Brasileiro — algo que nem Pelé nem Neymar fizeram nessa idade. Aos 18, foi para o Real Madrid. E quando recebeu sua primeira convocação para a seleção principal, disse com simplicidade: “não foi fácil chegar aqui hoje”. Hoje, aos 19, ele está numa Copa do Mundo, com um filho a caminho, e no vídeo da comemoração do gol, por alguns segundos, a camisa 19 vira 10. Muitos torcedores já estão projetando nele o futuro. Mas talvez a lição mais bonita dessa história não esteja no futuro. Está no fato de que um garoto de um bairro simples, que guardava bola na mochila durante a aula, está hoje escrevendo seu nome na história do futebol mundial — sem nunca esquecer de onde veio. É disso que histórias de superação são feitas.
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Com 41 anos, Cristiano Ronaldo marcou dois gols na última rodada, deu o título ao Al-Nassr e chegou a 973 gols na carreira. Não faz isso porque precisa. Não porque alguém está cobrando. Mas porque essa é a natureza dele — e porque Cristiano Ronaldo nunca confundiu conquista com conforto. Quando ele foi para a Arábia Saudita, o mundo do futebol deu de ombros. “Está no fim.” “Vai lá ganhar dinheiro e sumir.” “A Liga Saudita não é competitiva.” O que aconteceu depois: ele continuou treinando como poucos atletas de 20 anos treinam. Continuou marcando. Continuou liderando. Continuou perseguindo recordes que ninguém mais persegue. E conquistou um título que nunca tinha conquistado antes — aos 41 anos. A maioria das pessoas reduz o ritmo quando chega num patamar confortável. Cristiano aumenta. Essa é a diferença entre quem tem sucesso e quem tem legado. No seu negócio, você está no modo conforto ou no modo conquista? Porque conforto e estagnação, no mercado de 2026, são quase a mesma coisa.
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No jogo Colômbia x Uzbequistão,"Cucho" Hernández brigou muito com a marcação na lateral, se desvencilhou do adversário e cruzou na medida para Jaminton Campaz completar de cabeça na segunda trave, garantindo três pontos para a Colômbia logo na estreia. Não foi um gol espetacular do Cucho. Foi uma assistência construída a partir de algo muito mais simples: não desistir da bola. No futebol, como nos negócios, as vitórias nem sempre vêm do momento mais bonito. Muitas vezes vêm da disposição de brigar por aquilo que já parecia perdido — e de transformar essa briga em resultado para o time.
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A Zipline não nasceu entregando refeições do Chipotle ou remédios para o subúrbio do Texas. Ela nasceu levando suprimentos médicos e sangue para locais remotos em países sem infraestrutura, onde cada entrega atrasada podia custar uma vida. Foi essa origem que construiu a tecnologia mais confiável do setor: drones que alcançam 112 km/h, entregam até 3,6 kg com precisão usando um cabo de 91 metros e operam mesmo sob ventos fortes, com impacto sonoro mínimo na comunidade. Com mais de 1,4 milhão de entregas realizadas em sete países, a startup hoje disputa a liderança do mercado americano com o Wing, da Alphabet, e deixa a Amazon em terceiro lugar em uma corrida que a gigante de Seattle ainda não sabe como vencer. A lição de negócio aqui é poderosa: quem resolve o problema mais difícil primeiro chega ao mercado mais fácil com uma vantagem que nenhum orçamento de P&D compra. O propósito construiu a tecnologia. A tecnologia construiu o negócio. Você toparia receber suas compras por drone ou ainda prefere o entregador na porta? Comenta aqui.
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Assim eram os efeitos especiais da TV em 1993, um processo bem manual. Totalmente ao contrário de como funciona hoje, com as IAs. Qual efeito sempre te deixou curioso para saber como foi feito?
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Nos anos 2000, o Windows Mobile PDA era o dispositivo dos executivos. Era muita tralha que a gente carregava — celular, PDA, câmera digital, MP3 player. O PDA era o hub de tudo isso: agenda, e-mails, documentos, planilhas, tudo num aparelho que cabia no bolso do paletó. Os smartphones baseados no Windows Mobile podiam ser divididos em dois grupos: os Pocket PCs, com telas sensíveis ao toque, e os smartphones clássicos, com teclado e botões de atalho. Era tecnologia de verdade, complexa, poderosa — e que exigia paciência de quem usava. O problema foi exatamente esse. Duas características bastante criticadas do Windows Mobile eram a interface excessivamente complexa e o desempenho inferior ao dos concorrentes diretos. Quando o iPhone chegou com uma tela de vidro e um dedo, o jogo acabou. Quem lembra de usar a caneta stylus para digitar uma mensagem? Comenta aqui!
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