Carregando dados da Meta API… (~60 chamadas paralelas na primeira vez, depois cacheia por 1h)
Carregando dados da Meta API… (~60 chamadas paralelas na primeira vez, depois cacheia por 1h)
@fcmoulin · 50 reels nos últimos 90 dias · atualizado 25/05 às 22:47
Reels no período
últimos 90 dias
Plays totais
452.7k contas alcançadas
Média de plays/reel
por publicação
Engajamento total
36.1k ♥ + 529 💬
Evolução · plays e engajamento por dia
Os reels publicados aparecem no dia de publicação. "Alcance" aqui representa plays.

Esse domingo tem GP do Japão. Suzuka. 02h00 no horário de Brasília. O mesmo traçado onde Ayrton Senna se transformava em algo que ia além da pilotagem. Onde rivais que passavam a vida tentando vencê-lo paravam, mesmo que por um segundo, para admirar o que estavam vendo. Suzuka tinha algo de especial para Senna. E Senna tinha algo de especial para Suzuka. Uma relação que não se explicava apenas por técnica ou velocidade. Era quase espiritual. Os adversários diziam que havia momentos em que ele simplesmente desaparecia. Não no sentido literal, mas no sentido de que o que ele fazia com um carro naquele circuito parecia pertencer a outra categoria de existência. Mais de trinta anos depois, e ainda me emociono ao lembrar desse grande piloto. Você vai acordar de madrugada para assistir? Comenta aqui e me conta qual memória de Senna em Suzuka ainda te arrepia. Shorts: @ramssessilvagenealogia
Views
229.8k
Engajamento
23.1k
64.89%
Comentários
305

Gustavo Kuerten tinha 20 anos quando venceu Roland Garros pela primeira vez, em 1997, como azarão, sem cabeça de chave, desconhecido do mundo. O que veio depois foi grandioso: mais dois títulos em Paris, número 1 do mundo, o coração desenhado no saibro que virou símbolo de uma geração. Mas o que poucos falam é sobre o peso que ele carregou fora das quadras. A partir de 2001, uma lesão no quadril começou a consumir silenciosamente o que havia de mais precioso para um atleta: a capacidade de competir sem dor. Cirurgias. Reabilitações. Esperanças renovadas e frustradas. Até que em 2008, aos 31 anos, Guga precisou se aposentar — não por escolha, mas porque o corpo não aguentava mais. E ainda havia uma dor maior. Seu irmão caçula Guilherme, que viveu com deficiência física e mental severa, faleceu em 2007. Uma perda que nenhum título ameniza. Em março de 2026, Guga passou por um novo procedimento de implante de prótese no quadril, para finalmente tentar se livrar das dores crônicas que o acompanham há mais de duas décadas. A história de Guga não é só sobre tênis. É sobre um homem que aprendeu, dentro e fora da quadra, que a maior vitória nem sempre aparece no placar. E que sorrir, mesmo quando dói, também é uma forma de coragem. Guga é um grande ídolo para mim, e um ser humano maravilhoso. Nesse recorte, ele fala algo que coincidentemente (e sem saber) sempre falei para meus filhos, colaboradores e mentorados: faça o seu melhor, sempre. O resto é consequência. Guga foi um ídolo na sua juventude também? Comenta aqui o que ele representa pra você.
Views
167.6k
Engajamento
7.9k
22.22%
Comentários
74

Em 2002, Ronaldo Fenômeno entrou em campo com esse corte. Todo mundo riu. A imprensa zoou. Os torcedores não entendiam. E ele… simplesmente foi lá e marcou dois gols na final contra a Alemanha, levantou a taça e se tornou o maior artilheiro da história das Copas do Mundo até então. Mas o que poucos lembram é o tamanho da montanha que ele precisou escalar para chegar ali. Convulsões antes da final de 1998. Anos de joelho destruído. Cirurgias. Prognósticos médicos que diziam que ele nunca mais jogaria no mesmo nível. Uma carreira que parecia ter chegado ao fim antes da hora. O corte de cabelo esquisito? Segundo ele mesmo, foi para que o filho parasse de chorar e para que todos falassem daquilo em vez das suas condições físicas. Uma jogada de distração. Ou talvez um recado: eu estou de volta, e vou fazer do meu jeito. Os melhores resultados raramente vêm de trajetórias lineares. Vêm de quem sobreviveu às crises, reconstruiu o que foi destruído e teve a coragem de aparecer mesmo quando todo mundo estava esperando para ver se ia aguentar. Ronaldo não voltou apesar das adversidades. Voltou por causa delas. Qual foi o seu "joelho destruído" e o que você fez para voltar? Comenta aqui.
Views
51.9k
Engajamento
1.2k
3.37%
Comentários
10

Tim Van de Velde podia ter cruzado a linha. Estava quase lá. Mas quando olhou para trás e viu o colombiano San Martin se arrastando após bater numa barreira exausto, mal conseguindo pular o último obstáculo, ele fez algo que nenhum manual de competição ensina. Virou. Correu no sentido contrário. Colocou o braço em volta do rival. E os dois cruzaram a linha juntos. Tempos de 9:02.20 e 9:02.21 são os mais lentos de todas as baterias. Nenhum dos dois se classificou para a final. San Martin foi embora em cadeira de rodas. E mesmo assim, aquela cena parou a internet. Porque existe uma diferença entre competir e vencer. E existe uma diferença ainda maior entre ganhar uma medalha e ganhar respeito. Van de Velde não vai subir ao pódio no Mundial de Atletismo. Mas o gesto que ele fez naquele momento vai durar muito mais do que qualquer tempo marcado num cronômetro. O esporte, quando é grande de verdade, não cabe na tabela de resultados. Cenas assim te lembram por que você ainda acredita no esporte? Comente aqui.
Views
33.1k
Engajamento
745
2.09%
Comentários
3

A Nokia era muito inovadora. Tenho orgulho de ter feito parte da história de uma empresa tão incrível, e de haver participado do lançamento do 7280 em toda a América Latina. Um ícone da “Nokia Fashion Collection”. E você? Já quis um desses?
Views
19.6k
Engajamento
552
1.55%
Comentários
42

Bolsas que bloqueiam o acesso ao smartphone magneticamente durante o horário de trabalho e estudo, estão ganhando espaço em empresas americanas. O debate que isso abre é mais complexo do que parece. De um lado, funcionários relatam mais foco, mais conversa real com colegas e menos reuniões perdidas para telas. Do outro, pesquisadores alertam que impedir o acesso a questões pessoais durante o dia pode gerar estresse, e que o impacto na produtividade de trabalhos criativos é discutível. No fundo, a bolsa bloqueadora é só o sintoma de um problema maior: vivemos tão fundidos com o celular que as empresas agora precisam de um objeto físico para criar a separação que o autocontrole não consegue mais garantir. A questão não é se o celular distrai — todo mundo sabe que sim. A questão é até onde vai a responsabilidade da empresa sobre o comportamento do adulto que ela contratou. Você toparia trabalhar numa empresa que bloqueia seu celular durante o expediente? Comenta aqui.
Views
19.0k
Engajamento
222
0.62%
Comentários
6

Um robô autônomo chinês movido por inteligência artificial navega por rios poluídos, identifica resíduos flutuantes e os recolhe continuamente, sem nenhuma intervenção humana. Robótica, IA e engenharia ambiental resolvendo um problema real, na água, agora. Quando penso nos rios brasileiros, o Tietê, o Doce, tantos outros, fico imaginando quantos poderiam ser transformados com esse tipo de tecnologia. Não é ficção científica. Já existe. A pergunta é quando vai chegar até nós. Você conhece alguma cidade ou rio no Brasil que precisava urgente de um robô como esse? Comenta aqui.
Views
11.4k
Engajamento
80
0.22%
Comentários
3

A chuva começou a cair, as crianças estavam ali e os jogadores do New York Red Bulls simplesmente tiraram os casacos e cobriram elas. Humanidade no momento certo. Em um esporte de altos salários, holofotes e pressão constante, é fácil esquecer que por baixo do uniforme existe gente. E às vezes a gente precisa de um vídeo de 30 segundos numa segunda-feira chuvosa para lembrar disso. Os maiores ídolos não são os que marcam mais gols. São os que, quando ninguém está cobrando nada, ainda agem com o coração. Isso te aqueceu o coração? Manda pra alguém que precisa ver isso hoje.
Views
8.0k
Engajamento
321
0.90%
Comentários
5

Rafael Nadal acertou uma bolada, sem querer, em Anita, uma menina que trabalhava como boleirinha no Aberto da Austrália. O susto foi grande. Mas o que veio depois foi reconfortante. Ele parou. Foi até ela. Deu um beijo no rosto. Entregou sua bandana. E não parou por aí: foi aos bastidores encontrar a menina, os pais e o irmão para se certificar, pessoalmente, de que estava tudo bem. 19 títulos de Grand Slam. Número 1 do mundo. E, ainda assim, tempo para isso. Não porque era obrigado. Porque é quem é. Existe uma diferença enorme entre ser campeão dentro de quadra e ser grande fora dela. Nadal sempre soube que uma coisa não garante a outra e escolheu ser as duas. Em um esporte de alto rendimento, onde ego e pressão andam sempre juntos, gestos assim lembram que o que mais define um atleta não é o troféu que levanta. É o que faz quando ninguém está cobrando nada. Isso te surpreendeu ou era exatamente o que você esperava de Nadal? Comente aqui.
Views
7.7k
Engajamento
277
0.78%
Comentários
8

Era para ser uma demonstração de inovação. Virou um alerta. Durante um festival em Pequim, o robô humanoide H2 da Unitree saiu do comportamento programado e começou a exibir movimentos bruscos e agressivos, interrompendo o espetáculo e gerando pânico no público presente. Nenhuma catástrofe, mas o suficiente para deixar uma pergunta no ar que o mercado de robótica ainda não sabe responder com segurança. Estamos prontos para colocar humanoides em ambientes reais, ao vivo, diante de pessoas? A China avança em velocidade impressionante na produção de robôs, 10 mil unidades por ano, fábricas automatizadas, humanoides em linhas de montagem automotiva. Mas velocidade e maturidade não são a mesma coisa. E um robô que sai do roteiro em um festival é um lembrete de que, entre o laboratório e o mundo real, existe uma distância que nenhum press release consegue eliminar. Segurança, confiabilidade e previsibilidade de comportamento não são detalhes técnicos. São a base de qualquer tecnologia que vai operar perto de seres humanos. E, quando essa base falha, mesmo que por um segundo, o estrago na confiança é muito maior do que qualquer falha no hardware. O futuro da robótica é inevitável. Mas ele precisa ser construído com mais responsabilidade do que pressa. Você confiaria em um robô humanoide em um evento ao vivo? Comente aqui.
Views
6.9k
Engajamento
42
0.12%
Comentários
0

Talento nunca foi garantia de nada. Djalminha estava na lista de Felipão para o Mundial de 2002. Romário ficou fora de duas Copas. Renato Gaúcho perdeu a Copa do México de 1986 por uma noitada. Três dos jogadores mais talentosos de suas gerações foram cortados não por lesão técnica, mas por comportamento. No mundo corporativo, essa história se repete todos os dias. O profissional mais brilhante da sala que perde a promoção por não saber lidar com a pressão. O executivo que constrói uma carreira inteira e compromete tudo em um momento de impulsividade. O líder que tem todas as competências técnicas e nenhuma inteligência emocional para sustentar o que construiu. Scolari viu a cabeçada de Djalminha na televisão e disse: "Como vou chamar um jogador que faz isso com seu técnico?" Ali, em uma fração de segundo, uma carreira foi redesenhada. No lugar de Djalminha entrou Kaká, que saiu pentacampeão. O talento abre a porta. O comportamento decide se você vai atravessá-la. Nas organizações, nos times e nas carreiras, a Copa do Mundo de cada um pode estar mais próxima do que parece ou ser perdida por uma decisão que dura três segundos. Você já viu alguém perder uma grande oportunidade por um momento de impulsividade? Comenta aqui.
Views
6.1k
Engajamento
223
0.63%
Comentários
8

Hoje o Brasil perdeu o Mão Santa. Oscar Schmidt, o maior cestinha da história do basquete mundial, partiu aos 68 anos, mas deixa um legado que nenhum placar consegue medir. Ele recusou a NBA para jogar pela seleção. Escolheu o Brasil quando poderia ter escolhido o dinheiro. Fez 5 Olimpíadas. Marcou mais de 49 mil pontos na carreira. E fez tudo isso com uma simplicidade que só os grandes têm. No mundo dos negócios, a gente fala muito sobre estratégia, posicionamento e diferenciação. Mas Oscar nos lembra que por trás de qualquer legado, o que nunca pode faltar é paixão genuína e escolhas com propósito. Descanse em paz, craque.
Views
5.1k
Engajamento
279
0.78%
Comentários
5

A Zipline não nasceu entregando refeições do Chipotle ou remédios para o subúrbio do Texas. Ela nasceu levando suprimentos médicos e sangue para locais remotos em países sem infraestrutura, onde cada entrega atrasada podia custar uma vida. Foi essa origem que construiu a tecnologia mais confiável do setor: drones que alcançam 112 km/h, entregam até 3,6 kg com precisão usando um cabo de 91 metros e operam mesmo sob ventos fortes, com impacto sonoro mínimo na comunidade. Com mais de 1,4 milhão de entregas realizadas em sete países, a startup hoje disputa a liderança do mercado americano com o Wing, da Alphabet, e deixa a Amazon em terceiro lugar em uma corrida que a gigante de Seattle ainda não sabe como vencer. A lição de negócio aqui é poderosa: quem resolve o problema mais difícil primeiro chega ao mercado mais fácil com uma vantagem que nenhum orçamento de P&D compra. O propósito construiu a tecnologia. A tecnologia construiu o negócio. Você toparia receber suas compras por drone ou ainda prefere o entregador na porta? Comenta aqui.
Views
4.5k
Engajamento
81
0.23%
Comentários
1

Assim eram os efeitos especiais da TV em 1993, um processo bem manual. Totalmente ao contrário de como funciona hoje, com as IAs. Qual efeito sempre te deixou curioso para saber como foi feito?
Views
4.5k
Engajamento
270
0.76%
Comentários
4

Ninguém precisava que Federico Bruno terminasse aquela maratona. Não havia medalha esperando. Não havia pódio. O corpo já não respondia como deveria. Cada passada era um esforço visível, mancando, de lado, com tudo que ainda sobrava de força e determinação. Mas ele terminou. E é exatamente aí que mora a grandeza dessa história. Qualquer um desiste quando dói. Continuar quando dói, sem câmera filmando, sem torcida gritando, sem medalha garantida, é uma decisão que nasce num lugar onde nenhum treinamento chega. Federico Bruno cruzou a linha de chegada nos Jogos do Rio 2016 como um dos últimos. E ainda assim, foi um dos que mais ficou na memória. Porque no fim, o que as pessoas lembram não é do tempo que você marcou. É do que você mostrou quando o tempo já não importava mais. Isso te arrepia? Salva e manda pra alguém que precisa de um motivo para não desistir hoje.
Views
4.5k
Engajamento
81
0.23%
Comentários
1

Já em clima de Copa, quero recordar do dia em que Portugal havia acabado de perder para o Uruguai por 2 a 1. Cavani, autor dos dois gols, saiu mancando com dores na panturrilha e mal conseguia andar. E foi exatamente nesse momento, com a eliminação ainda doendo, que Cristiano Ronaldo parou, colocou o braço em volta do rival e o ajudou a deixar o campo. A internet parou. Torcedores dos dois lados aplaudiram. O gesto de um rival ajudando o outro no momento mais difícil virou símbolo de algo que vai muito além do futebol. Porque é fácil ser generoso quando você vence. O verdadeiro caráter aparece quando você perde e, mesmo assim, escolhe olhar para o outro. No esporte, nos negócios e na liderança, a grandeza não se mede apenas pelo que você conquista. Ela se mede pelo que você faz quando o resultado não é o que esperava. CR7 carregou Portugal durante anos. Naquele dia, carregou o adversário também. E talvez esse gesto diga mais sobre quem ele é do que qualquer bola na rede. Esse gesto te surpreendeu ou era exatamente o que você esperava do Cristiano? Comenta aqui.
Views
4.3k
Engajamento
82
0.23%
Comentários
0

Quando a gente fala de superação no esporte, não é só sobre sair do zero. É sobre sustentar o topo, quando todo mundo já espera o seu melhor, por muito tempo e com consistência. Ronaldinho Gaúcho não foi só um jogador genial. Ele foi o cara que reconstruiu sua carreira na Europa, colocou o FC Barcelona de volta no mapa e virou referência global com leveza, criatividade, genialidade e resultado. Saiu do Brasil, encarou pressão, mudou o patamar de um clube gigante e ainda fez história sendo aplaudido de pé no Estádio Santiago Bernabéu, do Real Madrid, seu maior rival. Isso não é só talento. É execução fora da curva. Nos negócios, funciona igual: não basta ter uma boa ideia, é preciso consistência, repertório e coragem pra performar sob pressão.
Views
2.5k
Engajamento
103
0.29%
Comentários
0

O que realmente significa "vencer"? No esporte, assim como nos negócios, a verdadeira maestria não está apenas na execução técnica, mas na capacidade de orquestrar um ambiente onde todos se sintam parte do time, independentemente das suas limitações. Ver essas crianças apoiando seus companheiros de equipe com tanta compaixão e naturalidade é um choque de realidade para quem vive "anestesiado" pela competição desenfreada. Muitas vezes, perdemos esse coração bondoso e essa visão inclusiva ao sermos engolidos pela rotina. Você tem sido o colega que torce e ajuda, ou apenas o que conta os pontos no placar?
Views
2.5k
Engajamento
145
0.41%
Comentários
3

Grazielly, funcionária que aparece no vídeo, tem um bebê de três meses em casa. Então quando ela viu uma mãe sentada à mesa, com o filho no colo, tentando comer com uma mão só ela não precisou pensar duas vezes. Se levantou, foi até a mesa, perguntou com gentileza se podia ajudar, e ficou ali por mais de dez minutos segurando aquela criança enquanto a mãe comia em paz. Um gesto que atravessou o coração de todo mundo que estava no restaurante. Só quem é pai e mãe sabe o que significa conseguir comer uma refeição quente com as duas mãos. Parece pouco. Não é. E o mais bonito dessa história não é só o gesto em si é o que ele revela: empatia de verdade não precisa de treinamento. Precisa de experiência vivida e disposição para enxergar o outro. Grazielly não segurou aquele bebê porque era sua obrigação. Segurou porque entendeu, na pele, o que aquela mãe estava sentindo. Isso tem nome. Chama humanidade. E em um mundo que automatiza tudo e acelera sempre, um gesto assim lembra que o que mais importa ainda cabe nos braços de uma pessoa. Isso te tocou? Marca aqui uma mãe que merece ler isso hoje.
Views
2.3k
Engajamento
59
0.17%
Comentários
3

EU ACREDITO QUE TODOS DEVEMOS TER OPORTUNIDADES IGUAIS. A despeito de gênero, crença, cor de pele, limitação ou força, estado civil, nacionalidade... não acredito que diferenças superem semelhanças, mas sim que as enriquecem e nos fazem HUMANOS. Essa é a importância fundamental de práticas mais inclusivas e respeitosas na liderança. Ver alguém como você @martavsilva10 em uma posição de poder ou destaque muda algo por dentro. Não é inveja. É saber que existe a possibilidade! É a primeira vez que seu cérebro registra: isso também pode ser meu. Liderança feminina que rompe barreiras. Liderança negra que estabelece caminhos. Liderança masculina que incentiva. Liderança que inspira e engrandece. É isso que move pessoas. É isso que muda culturas. É isso que muda VIDAS.
Views
2.1k
Engajamento
89
0.25%
Comentários
3