Carregando dados da Meta API… (~60 chamadas paralelas na primeira vez, depois cacheia por 1h)
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@fcmoulin · 14 reels nos últimos 30 dias · atualizado 25/07 às 14:21
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Nos anos 90, uma ligação de 5 minutos no celular NEC custava o suficiente para você pensar bem antes de discar. Hoje o iPhone mais caro no Brasil passa de R$ 15 mil. Brincadeiras a parte, a NEC foi pioneira no Brasil, trouxe os primeiros sistemas de telefonia celular analógica e digital, desenvolveu os primeiros flip phones e levou a internet móvel ao Japão antes de todo mundo. E mesmo sendo uma potência global, teve a inteligência estratégica de sair do mercado de smartphones antes de virar mais uma marca engolida pela concorrência, focando em infraestrutura, redes e soluções corporativas onde ainda hoje é referência mundial. Às vezes a decisão mais inteligente não é continuar competindo onde todo mundo está olhando.
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Quando Haaland jogou a bola na cabeça de Gabriel Magalhães, todo mundo esperava uma reação imediata. Não veio. Gabriel não deixou que a provocação virasse distração naquele momento. E quando chegou a hora certa — cinco meses depois, numa goleada de 5 a 1 — ele respondeu da forma mais eficiente possível: dentro das quatro linhas, com o placar a seu favor. Essa é a capacidade de separar o que aconteceu do que precisa ser feito agora. De não deixar o ruído externo determinar o foco interno. Agora, talvez o embate mais importante de ambos. Brasil e Noruega se enfrentam pelas oitavas da Copa do Mundo. Somente um deles seguirá adiante. E quem conhece a história desses dois sabe que esse duelo tem camadas que vão muito além do futebol. Para qualquer líder que está num momento de adversidade: nem toda provocação merece resposta imediata. Às vezes, a melhor resposta é continuar focado, concentrado e não cair na provocação do concorrente.
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Tiziano tem 12 anos, é fanático do Defensa y Justicia e quer ser goleiro como Unsain. Quando o Boca marcou no último minuto e o goleiro ficou ajoelhado no gramado com a cabeça baixa, Tiziano estava na arquibarcada com o pai. Em algum momento disse que ia ao banheiro — e quando o pai se deu conta, o filho já estava com meio corpo dentro do campo, correndo em direção ao goleiro para abraçá-lo. A imagem viralizou. O clube ligou para a família. Unsain vai dar a camisa e um par de luvas. E Tiziano ganhou um convite para ser presença especial nos próximos jogos. Mas o que ficou não foi a viralização. Foi a lembrança de que as atitudes mais poderosas raramente são calculadas. São as que nascem de quem enxerga um ser humano em dificuldade — e simplesmente vai até ele. No futebol e nos negócios, os líderes que as pessoas nunca esquecem são os que aparecem exatamente nesses momentos.
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É exatamente isso que eu acredito sobre liderança: ela não se manifesta só nas grandes decisões, nas reuniões importantes ou nos momentos de crise. Ela aparece em gestos humanos, feitos com verdade. O jogador provavelmente não lembrou desse gesto no dia seguinte. A criança vai lembrar para sempre.
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Contra o Egito, a Argentina estava perdendo. O silêncio no estádio dizia tudo. E então Messi chegou como uma peça chave para a Argentina virar e seguir na Copa. Sete gols em quatro partidas nessa Copa. Artilheiro da Argentina. Principal criador de jogadas ofensivas do time. Com 39 anos. O problema que esse desempenho esconde é mais sério do que o que ele resolve. Messi provavelmente se despede das Copas em 2026. A próxima edição é em 2030 — quando ele teria 43 anos. E o que o jogo contra o Egito mostrou com clareza é que a Argentina ainda não tem um jogador capaz de fazer o que ele faz quando o jogo fica difícil. Não é falta de talento no elenco. É falta de um sucessor que assuma a responsabilidade nos momentos em que tudo está desmoronando. Isso acontece dentro e fora de campo. O líder mais experiente carrega o jogo, resolve o que ninguém mais resolve, tira o time do abismo quando seria mais fácil não conseguir. E enquanto ele está lá, ninguém percebe o tamanho do problema que vai aparecer quando ele não estiver mais. Sucessão não é só nome e cargo. É a construção deliberada de quem vai assumir a responsabilidade quando o momento mais difícil chegar — e o titular não puder mais aparecer.
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Nos anos 2000, o Windows Mobile PDA era o dispositivo dos executivos. Era muita tralha que a gente carregava — celular, PDA, câmera digital, MP3 player. O PDA era o hub de tudo isso: agenda, e-mails, documentos, planilhas, tudo num aparelho que cabia no bolso do paletó. Os smartphones baseados no Windows Mobile podiam ser divididos em dois grupos: os Pocket PCs, com telas sensíveis ao toque, e os smartphones clássicos, com teclado e botões de atalho. Era tecnologia de verdade, complexa, poderosa — e que exigia paciência de quem usava. O problema foi exatamente esse. Duas características bastante criticadas do Windows Mobile eram a interface excessivamente complexa e o desempenho inferior ao dos concorrentes diretos. Quando o iPhone chegou com uma tela de vidro e um dedo, o jogo acabou. Quem lembra de usar a caneta stylus para digitar uma mensagem? Comenta aqui!
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Todos aquelas que já construíram algo relevante têm uma versão mais jovem de si mesmos que apostou num caminho quando ainda não havia garantia nenhuma de que ia funcionar. Vini Jr. começou numa escolinha em São Gonçalo, precisou de ajuda de custo do Flamengo para continuar treinando e chegou ao Real Madrid aos 18 anos por 45 milhões de euros. Mas entre esses dois pontos existe uma história cheia de dúvida, pressão e adversidade que o torcedor casual não vê, e que o líder experiente reconhece imediatamente. Nas primeiras temporadas na Europa, ele foi criticado pela finalização, questionado se realmente merecia estar ali, enfrentou racismo publicamente e respondeu a tudo isso da única forma que importa: evoluindo dentro de campo e não perdendo a identidade fora dele. Em 2026, ele entra na Copa como o maior símbolo de uma seleção que precisa reencontrar sua grandeza. E o que ele representa vai muito além do futebol, é a história de alguém que recusou ser definido pelo ambiente adverso e escolheu ser definido pelo que construiu. Esse é o tipo de mentalidade que separa quem passa pela adversidade de quem cresce por causa dela.
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A internet chegou ao Brasil em 1981 — não para o grande público, mas para a academia. Um fio de cobre dentro de um cabo submarino conectava a FAPESP a um laboratório de física em Illinois, nos Estados Unidos, através da Bitnet. Pouquíssimas pessoas sabiam que aquilo existia. Treze anos depois, em 1994, a Embratel lançou o primeiro serviço de internet comercial do país — com 256 Kbps de conexão e apenas cinco mil usuários escolhidos para testar. Em 1995, o serviço se tornou definitivo. Em 1998, o Brasil já era o 19º colocado no mundo em número de hosts. Em 2007, o mercado de internet movimentava US$ 114 bilhões em comércio eletrônico. Hoje, mais de 102 milhões de domicílios estão conectados. O que essa linha do tempo mostra não é só a evolução de uma tecnologia. É a velocidade com que uma infraestrutura invisível pode reorganizar completamente a forma como pessoas vivem, trabalham e consomem. Quem apostou cedo nessa infraestrutura — quando parecia coisa de laboratório — construiu algo que o mercado levou décadas para dimensionar completamente.
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Em 2002, a Nokia era a marca de celular mais reconhecida do planeta. E para apresentar sua nova linha colorida — aparelhos vermelhos, azuis e pretos que cabiam na palma da mão — a empresa escolheu o nome mais reconhecido do mundo: Pelé. De smoking, diante de um cenário completamente branco, o Rei apresentava celulares simples, populares e quase indestrutíveis. Bateria que durava dias. Design que não quebrava se caísse. Cores que diziam algo sobre quem usava o aparelho — numa época em que celular ainda era novidade para a maioria das pessoas. Hoje, esse comercial funciona como uma cápsula do tempo perfeita. Duas marcas no auge da sua relevância, num mundo que ainda não tinha redes sociais, nem smartphone, nem o conceito de que o celular seria o centro da vida de todo ser humano.
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Jude Bellingham estava no banco de reservas nesse dia, quando percebeu que o gandula ao seu lado estava com frio. Sem pensar duas vezes, tirou o agasalho e o entregou para o menino. O gesto viralizou. E depois, em entrevista, o gandula revelou que Bellingham é seu maior ídolo no futebol — e que aquele foi o melhor momento da vida dele. Não é a primeira vez. Bellingham já foi flagrado cobrindo uma criança com sua jaqueta durante a chuva em outro jogo. Não é pose. É padrão de comportamento. Existe uma diferença entre jogadores que são grandes dentro de campo e jogadores que são grandes fora dele. O segundo tipo é muito mais raro — e deixa um tipo de marca que nenhum gol consegue replicar. Para quem lidera times e negócios: as pessoas ao redor observam tudo, o tempo todo. Não só o que você faz quando está no centro das atenções. Especialmente o que você faz quando acha que ninguém está olhando.
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Esta Copa de 2026 reuniu uma geração extraordinária. Messi com 39 anos reescrevendo recordes. Cristiano Ronaldo marcando em seis edições diferentes — um feito que pode durar gerações. Mbappé, Haaland, Vini Jr., Bellingham, Lamine Yamal, Pedri, Enzo Fernández — nomes que fizeram essa edição entrar para a história do futebol mundial. E com todo o respeito a cada um deles — porque o respeito é genuíno — o maior de todos os tempos continua sendo o Rei. Pelé é o único tricampeão da história. O mais jovem a fazer hat-trick numa Copa. O mais jovem a marcar numa final. Recordes que resistem décadas depois, intocados por qualquer geração que veio depois. Nenhum nome desta Copa chegou perto disso. E provavelmente nenhum chegará. O Rei é único. E insubstituível. 👑
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Sabe a tecnologia da bola Trionda, usada pelo VAR na polêmica decisão que eliminou a Croácia (e Luka Modric) da Copa 2026? Ela foi desenvolvida pela Adidas especialmente para essa Copa, e carrega uma unidade de medição inercial que registra dados 500 vezes por segundo. Quando alguém toca na bola, o sensor capta uma alteração no gráfico — semelhante a um eletrocardiograma — identificando o instante exato do contato, a partir de uma determinada intensidade. Essa informação vai em tempo real para o VAR, onde é cruzada com câmeras que rastreiam a posição de todos os jogadores em campo, simultaneamente. O que me fascina nessa tecnologia não é o futebol. É o princípio por trás dela. Alguém identificou um problema muito específico — a dificuldade de determinar com precisão o momento exato de um toque numa bola em movimento — e desenvolveu uma solução igualmente específica para aquele contexto. Não foi uma tecnologia genérica adaptada. Foi um sensor projetado para resolver exatamente aquela dúvida, naquele milissegundo, naquele ambiente. Esse tipo de aplicação está acontecendo em dezenas de setores. Sensores em cirurgias que detectam variações invisíveis ao olho humano. Algoritmos em turbinas que identificam falhas antes de qualquer técnico perceber. Sistemas em armazéns que rastreiam movimentos em tempo real para eliminar gargalos operacionais.
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Homem é preso no ES após usar o ChatGPT e mecanismos de Inteligência Artificial para procurar as melhores formas de matar seu próprio filho, de 8 anos. Além de cometer outros crimes. Que bom que esta jovem vida foi poupada de tão hediondo crime! Quantos casos a mais, como este, a IA ajudará a salvar (ou perpetrar)? Uma das várias reflexões que fica desse caso paradigmático é: numa sociedade "livre", até que ponto podemos e devemos abrir mão da privacidade individual em prol do todo? Quais serão os limites e leis destes novos tempos e possibilidades? O que está sendo armazenado sobre nós em tempo real, por quem, e para que fim será utilizado? Esse assunto precisa ser melhor discutido e debatido pela sociedade civil. #crime #chatgpt #tecnologia #inteligenciaartificial
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Fui ao Tudo On TV com a Claudia para falar sobre um tema que está crescendo em importância no mercado de cibersegurança — e que a maioria das pessoas ainda não conhece pelo nome: prompt injection. A técnica é simples de entender e perigosa de ignorar. Hackers inserem instruções ocultas dentro de textos que uma IA vai processar — um e-mail, um documento, uma mensagem. O modelo lê o conteúdo, encontra o comando escondido e o executa como se fosse uma instrução legítima. O resultado pode ser o acesso a dados sensíveis que estavam dentro do sistema. E aqui está o ponto que mais preocupa empresas e especialistas: as pessoas estão colocando informações cada vez mais sensíveis dentro de ferramentas de IA — dados pessoais, estratégias de negócio, informações de clientes, documentos confidenciais. Muitas vezes sem saber exatamente onde esses dados ficam armazenados e o que acontece quando alguém mal-intencionado consegue manipular o modelo. Cibersegurança é hoje uma das maiores dores do mercado corporativo. E ela não vai diminuir conforme a IA avança — vai crescer junto. O primeiro passo é simples: não coloque em nenhuma IA o que você não colocaria num papel e deixaria sobre uma mesa em lugar público.
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